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Nós...Pela Imprensa
terça-feira, 21 de junho de 2016
Artigo de Ângela Oliveira no Jornal Mais Guimarães. Clicar sobre o artigo para ler com mais facilidade.
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quinta-feira, 19 de maio de 2016
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Quarenta e Oito Horas, Um (Grande) Pormenor!
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Por Ângela Oliveira
Quarenta e oito horas dá para muita coisa, dá para visitar uma cidade europeia e regressar no dia seguinte; dá para preparar uma festa simples; ler um livro sem parar, uma infinidade de opções, não dá, com certeza para visitar a tal cidade com algum cuidado, preparar uma festa de casamento, ler um livro inteiro nos tempos livres, e de certeza que não dá para os Vereadores da Oposição, independentemente do partido político a que pertencem poderem inteirar-se com alguma espécie de espírito crítico acerca da Revisão do Plano Diretor Municipal.
E quando todos nós sabemos da importância e da complexidade jurídica e técnica deste documento estratégico e estruturante em tantas vertentes como a do planeamento da ocupação dos solos, das zonas de crescimento urbano, da malha industrial, das zonas verdes, etc. Mais redundante será tentar caracterizar quarenta e oito horas como uma questão de pormenor!
Apesar do processo ter já sido objeto de discussão pública, convém relembrar que tal aconteceu há 3 anos…e que entretanto muita coisa mudou. Mudaram leis, mudou o Executivo Municipal, entraram novos vereadores para a Oposição, e principalmente mudaram opções politicas e estratégicas para o Município.
Então não está em cima de mesa a candidatura a Capital Verde Europeia? Os requisitos para a candidatura não exigem alterações ao PDM? Não está na ordem do dia a discussão do corredor que inclui a via de acesso ao Avepark? Fica assente, definitivamente, que o corredor antes apontado e objecto de discussão pública recente, ignora os contributos que foram chegando de vários sectores e a quem foi também publicamente prometido pelo senhor presidente da câmara que iriam ser objecto de análise pelos serviços técnicos? A questão dos terrenos da Cidade Desportiva? Até que ponto está esta Revisão em consonância com a recentíssima Lei 31/2014, a nova Lei de Bases Gerais da Política Pública de Solos que traz novas terminologias, novas ideias e novos critérios para para as políticas de urbanização? Estão respeitados os direitos adquiridos dos proprietários com loteamentos já licenciados em zonas futuramente não urbanizáveis?
Estas e muitas outras questões são questões de agora, não são questões que atravessam o longo processo de revisão do PDM, e não são questões de pormenor, pormenor seria interrogar a Camara se o PDM respeita o acordo ortográfico.
E, portanto, não seria descabido que atempadamente tivesse havido o cuidado de promover uma reunião com a equipa técnica onde as pessoas que também representam os vimaranenses e os interesses do concelho pudessem ser esclarecidos das principais novidades e linhas de ação do novo PDM.
E não será descabida a reação dos vários vereadores da oposição, incluindo os vereadores da Coligação “ Juntos Por Guimarães”, que se dedicam a fazer um bom trabalho, e que sempre o fazem, apesar de não terem assessores, secretárias e adjuntos para preparação das matérias.
Sabendo-se que a informação poderia ter sido prestada antes do fim-de-semana, porque optou então a Camara Municipal por fazê-lo apenas depois do fim-de-semana? É que até parece que foi mesmo de propósito, não parece?
E em alturas de celebrações do 25 de Abril, não deixa de ser caricato, mas reforçando o que sempre fomos alertando para o espírito democrático de quem se apelida defensor da Democracia e da Liberdade…
O que se exige desta Executivo Camarário é respeito democrático e consideração pela atual vereação e que pormenores sejam evitados de futuro!
Líder da bancada parlamentar CDS na Assembleia Municipal Guimarães e Vice Presidente da Comissão Política CDS-Guimarães
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100 Dias de Solidão...
segunda-feira, 9 de março de 2015
Corria o ano de 2001. Manuel João Vieira, o irreverente vocalista dos Ena Pá 2000 apresentava-se como procandidato à Presidência da República sob o lema “ Só desisto se ganhar”.
Volvidos mais de uma década, António Costa, com muito menos graça que Lello Minsk, transporta-nos novamente para um universo nonsense, e tal como aquele e a propósito da Camara de Lisboa afirma “ Só desisto se ganhar”.
Deve ser esta aliás a estratégia do candidato a primeiro-ministro pelo PS: aumentar brutalmente as taxas de água e saneamento, criar novas taxas na proteção civil e turismo, limitar a circulação em certas zonas da cidade apenas a carros mais modernos, e a mais bondosa de todas : A isenção de taxas ao Benfica no valor de 4,6 milhões de euros… Helena Roseta, eleita nas listas do PS, presidente da Assembleia Municipal, revolta-se com esta medida e chega até a classifica-la como crime. António Costa esquece-se que os portugueses exigem dos políticos rigor na gestão dos recursos públicos e não tolera quem, por conveniência, beneficie uns em prejuízo de outros, e mais importante não premeiam quem assim age. Não temos dúvidas que este é a proposta que António Costa está a fazer aos lisboetas, para se verem livres do Presidente da Camara têm de votar no Primeiro- Ministro. É absurdo? É. No actual clima de austeridade, uma decisão escandalosa como esta, torna-se ainda mais sórdida quando pensamos que este Sr. é candidato a Primeiro-Ministro. A mensagem que transmite aos portugueses é a de total descaramento.
100 dias após a eleição como secretário geral do PS, António Costa não adianta qualquer proposta do PS para o país, e são os próprios militantes que afirmam que a expectativa inicial deu lugar à frustração, é das fileiras do próprio partido que ouvimos acusações de falta de assertividade.
100 dias de solidão terminam com António Costa a marcar finalmente a diferença, se chegar ao poder, o PS promete devolver o Carnaval aos portugueses.
Este PS de António Costa é desvario, e ao contrário do que seria de esperar, são os próprios dirigentes que o afirmam, mesmo aqueles que não estavam ao lado de António José Seguro. E nós concordamos com eles. Atacando Seguro nas eleições internas, Costa dizia “ se pensarmos como a direita, agiremos como a direita” mas é precisamente António Costa que vem agora elogiar a recuperação do país nos últimos quatro anos, por mais SMS de “ disse que não disse” que envie aos militantes.
O militante n.º 15 do PS, Alfredo Barroso, pediu a desfiliação do PS considerando uma vergonha e sentindo-se embaraçado “ com a ignóbil chinesice” do líder socialista. Vítor Ramalho, socialista, em reação a esta atitude do militante histórico avisa a direção do partido “ que não encare isto como uma situação de uma pessoa que bateu com a porta por razões que não têm algum fundamento”. Os socialistas, estão chocados por António Costa dito o óbvio: Portugal está hoje melhor do que há 4 anos. Mas a verdade é que apenas estão chocados com a verdade e note-se que nem um teve a coragem de dizer que Portugal está hoje pior.
Um feliz ano da Cabra a todos!
ARTIGO DE ÂNGELA OLIVEIRA - membro da Comissão Política CDS
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