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Uma Cilada... (Com Vídeo)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Deixamos a comunicação que Rui Barreira fez no passado Sábado, em relação à sua demissão da Segurança Social.
Importará dizer que Rui Barreira tem as qualidades necessárias para exercer a res publica... um homem determinado, lutador e com princípios.
Princípios esses muito pouco condizentes com estas jogadas súcias e próprias de uma "geringonça" que sempre fez tudo para tudo controlar...
Mas, homens como ele cá estarão sempre para lutar...para fazer valer o que acredita...e nós prontos para o receber!

A Caixa Geral de Pandora

quinta-feira, 16 de junho de 2016


Minhas senhoras e meus senhores,

Eis que chegamos ao momento mais bizarro que há memória na política portuguesa. É, também, o momento mais revelador e servirá (espero eu) para iluminar as mais variadíssimas almas que se deixam ludibriar pela propaganda da Extrema-Esquerda.

Depois de várias Comissões Parlamentares de Inquérito aos mais variados bancos privados, chega a vez da Caixa Geral de Depósitos e… nada! E quem não quer que seja feita a CPI à Caixa Geral de Depósitos? Dizem as vozes do costume: “É a Direita que protege os ricos!”; “A Direita está ao serviço do grande capital!”. Pois bem, lamento informar-vos mas quem pede esta CPI são os partidos de Direita (PSD e CDS) e quem não a permite é mesmo a puríssima Esquerda (PS, PCP, BE).

Que o PS não queira permitir a Comissão, não espanta a ninguém. A Caixa sempre foi tratada como sua quando o PS esteve no Governo, e agora não é excepção. O que espanta (ou não) é mesmo a recusa do BE e PCP em permitir a Comissão de Inquérito, depois de ser anunciado que o Estado Português (Eu, Tu, Ele, Nós, Vós, Eles) vai ter que injectar MAIS 4 Mil Milhões de Euros na Caixa. Com certeza.

Investigaram-se todos os bancos privados. E muito bem! Se temos que colocar lá dinheiro queremos saber porquê. Mas no público já não é necessário saber? Injectam-se para lá MAIS, repito MAIS, 4 Mil Milhões e o BE e PCP não querem saber por que razão? Muito estranho não é? Olhe que não…

Só há uma explicação para o BE e PCP não permitirem a CPI e é a clássica: poder. Agora que estão no poder, embora não estando oficialmente para quando der asneira eles poderem dizer que não estiveram lá, não querem perdê-lo. E acreditem, vão fazer de tudo para o manter. Vejam os exemplos de quando a Extrema-Esquerda tomou o poder e a sua actuação depois disso (ainda se lembram do Syriza?). Agora que BE e PCP perceberam que para António Costa só interessa ser primeiro-ministro e que com ele podem implementar as suas medidas à vontade, iniciou-se a luta para ver quem fica, isto é, BE e PCP estão a lutar entre si para ver quem faz coligação e forma Governo com o PS nas próximas eleições.

Portanto, não se pode abrir agora a Caixa Geral de Pandora. Nem pensar. Isso seria a ruína do PS e, consequentemente, lá ficaria a Extrema-Esquerda sem poder formar Governo. Agora, já não interessa “lutar contra os grandes interesses instalados”. E, para mim, se há sítio onde há mais interesses instalados é na Caixa. Com certeza.

Artigo de Alfredo Sousa - Comissão Política CDS Guimarães

Bucha e Estica

terça-feira, 14 de junho de 2016



António Costa sempre foi um habilidoso.

Foi um habilidoso quando chutou António José Seguro da liderança do seu partido, por ganhar por poucochinho nas suas palavras e ainda o foi mais quando após às lágrimas de uma clara derrota, a reboque de uma esquerda utópica e desprendida da realidade conseguiu dar o golpe palaciano que todos nós conhecemos...

Mas, nunca pensamos que a habilidade continuasse...ou melhor até acreditávamos que sim, mas tínhamos esperança que o novo presidente da república, como homem sapiente e de ciência que supostamente é, conseguisse pôr um travão a esta insana paranoia que vai corroendo por dentro os neurónios do auto-imposto primeiro ministro...

Mas, debalde...

Marcelo no seu afã de estar bem com Deus e com o diabo, esqueceu-se do seu papel de moderador... em vez da política se decidir e discutir com decoro, transformou-se numa espécie de Big Brother, para não dizer o inefável Love on Top, em que o que importa são os soundbytes, as palhaçadas e as declarações desprovidas de qualquer senso.

Além disso, este indecoroso espectáculo mediático é regado com doses de complacência de uma imprensa que, vá-se lá saber porquê mas desconfia-se, fecha os olhos a todo este arraial popularucho em que se transformaram os grandes centros decisórios portugueses.

Com efeito, o que dizer das declarações do líder da geringonça instando os professores a emigrar, pois isso significaria uma oportunidade? E com a complacência do Presidente da República sorrindo ao lado dele?

Alguém, se lembra ainda, da polémica que foi há quatro anos quando Passos Coelho, como líder do único governo de Coligação que chegou ao fim em Portugal, disse que os professores tinham como saída a emigração?  A quantidade de posts e postas lançadas nas redes sociais, nos jornais, quase promovendo o linchamento público de um Primeiro Ministro?

E o que o então comentador de horário nobre disse na altura? Alguém se lembra? Fruto de um interesse há muito mal disfarçado em ocupar o lugar que hoje desempenha fez o que melhor sabe fazer. Ou seja, jogou as suas cartas.. Considerando que tinha garantido o seu eleitorado, zurziu o então primeiro ministro, de modo a penetrar à esquerda, num belo exercício de contorcionismo...

E com esses flics-flacs encarpados chegou onde queria!

E, agora é ver esta parelha de Bucha e Estica em dueto animado... numa convivência em que princípios ideológicos inexistem, em que o que foi dito e criticado inexiste e onde quem pode questionar cegamente aplaude declarações em tudo idênticas, mas que agora são interpretadas como um sinal de inconformismo, de procurar um futuro melhor, numa Europa globalizada...

Já para não falar dos actores secundários, como o intragável Mário Nogueira, que fruto de tanto ter gritado, agora, aparentemente encontra-se afónico, concordando tacitamente, com algo que há quatro anos o fazia sugerir a Passos Coelho emigrar.

É este o nosso Portugal de dois pesos e duas medidas?

É este um país democrático que crucifica uns e endeusa outros pelos mesmos propósitos e declarações?

Que imprensa é esta que trata declarações iguais de modo diferente?


P.S. O que vale é que o país e esta dupla anda encandeada com o futebol para poder fazer mais alguns números de circo tendentes a iludir o pessoal...e enquanto o mesmo andar iludido, estão eles bem..

Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães

Um Governo Que Não Honra Os Compromissos Presta Um Mau Serviço Aos Cidadãos!

quinta-feira, 19 de maio de 2016



A polémica sobre os Contratos de Associação continua na ordem do dia, o Ministério da Educação (ME) de Tiago Brandão Rodrigues, ou, em abono da verdade, de Mário Nogueira, e  através da secretária de Estado Adjunta da Educação, Alexandra Leitão, numa clara demonstração de prepotência, avançou na terça-feira com os tão polémicos cortes às escolas com Contrato de Associação quebrando, dessa forma, os compromissos assumidos pelo anterior governo que residiam na celebração de contratos, com duração de três anos 2015-2018, que definiam o número de turmas atribuídas a cada escola com Contrato de Associação.  

De acordo com os dados avançados não serão financiadas 57% das turmas de início de ciclo que foram aprovadas em 2015, estas escolas deverão perder cerca de 9800 alunos e terão de reestruturar o quadro de docentes e não docentes. 

Convém falar em Escolas com Contrato de Associação porque a palavra “Colégios” tem sido estrategicamente usada para confundir a opinião pública e manipular a opinião dos cidadãos. Estas escolas, de gestão privada, prestam serviço público, recebem todos os alunos da sua área de implantação sem restrições e os alunos carenciados beneficiam de ação social escolar, como qualquer escola pública. Não são escolas apenas para elites e agregados familiares economicamente favorecidos. 

Assim, se o custo por turma é inferior, se alunos e pais procuram essas escolas por que motivo deve ser o governo, e não os pais, a decidir a escola que os alunos devem frequentar? Principalmente quando o valor por turma, é inferior ao do ensino público. 

Que democracia é esta em que os direitos e liberdades de pais e alunos não são respeitados e onde decisões políticas falam mais alto do que o bem-estar dos cidadãos?

A educação é um direito fundamental, é a base do desenvolvimento social e económico de cada indivíduo e de cada país, as medidas que se relacionam com a educação devem ser encaradas com seriedade, as vantagens e desvantagens de qualquer alteração que se pretenda introduzir devem ser ponderadas, auscultando todas as partes interessadas, não devem nunca obedecer a interesses e ideologias políticas! 

Artigo de Rui Correia, Vice-Presidente da Comissão Política CDS Guimarães

A Tragédia Orçamental

sábado, 6 de fevereiro de 2016

  O XXI Governo Português foi empossado há menos de dois meses e, em tão curto período de tempo, conseguiu hipotecar a credibilidade que o país, penosamente e com muito sacrifício de todos os portugueses, adquiriu junto das instituições financeiras e políticas europeias e mundiais.
Mas não só desbaratou credibilidade, como também se encontra a desbaratar a recuperação económica encetada e que estava ainda longe de estar concluída.
As revogações constantes, e de forma cega e eleitoralista, de medidas económicas implementadas para recuperar as finanças públicas, estão a ter custos e vão  ter custos inaceitáveis para os portugueses.
A trágico-comédia envolvendo a elaboração do Orçamento de Estado alternou entre a comédia provinciana, a tragédia épica, a farsa e o melodrama. Não fosse a intervenção da União Europeia, e as críticas  internas e internacionais de reputados economistas e o risível esboço de orçamento apresentado por Mário Centeno seria hoje uma realidade. Haverá final feliz?
Crónica de Pedro Miguel Carvalho no Correio da Manhã

Benvindos À República Popular de Portugal

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016


Portugal, neste momento, mudou e viaja rumos a caminhos políticos perigosos e que deverão inquietar todos os cidadãos.

Na verdade, os últimos três meses assemelham-se a um golpe de estado perpetrado por uma força totalitária, que qual tsunami violento e letal, leva tudo à frente, sem respeito por nada, nem por ninguém.

Começou logo a seguir às eleições legislativas... na ânsia de um poder ilegítimo, injustificado e inadmitido por quem ainda respeita a Constituição, os joguinhos da esquerda começaram a produzir metástases na política portuguesa, corroendo os vencedores e elevando os derrotados e rotundos perdedores aos píncaros de um governo.

Talvez, uma versão erudita de um qualquer governo bolivariano da América do Sul...

Posteriormente, e após as forças golpistas se terem concubinado para a queda do Governo, e estando Cavaco Silva amordaçado pelos prazos constitucionais, assumiram o poder de modo irmanado, mas a deixar antever que o amor fraternal mas incestuoso não duraria muito.

E, na verdade, tal relação promíscua tem-se pautado por arrufos, desavenças, desacordos, nada se augurando de bom a este ménage a trois que tem tudo para prejudicar os voyeurs involuntários do mesmo, ainda que queiram tapar os olhos: os portugueses.

Mas, todavia, no seu desmando de apagar o que um governo legitimamente eleito houvera realizado, houve uma inusitada vontade em apagar tudo o que fora feito e que fizera Portugal voltar a ser respeitado pelos parceiros europeus.

Como os governos que assumem o poder ilegitimamente e pela força, em estados que se tornam autocráticos, procuram-se apagar todos os traços de medidas preconizadas pelo anterior governo e cuja coligação subsequente houvera vencido as eleições...

E nessa sanha de procurar que os portugueses se esqueçam de quem salvou o país, reformula-se todo o sistema educativo... revogam-se as medidas de concessão dos transportes...tenta-se reverter o negócio da TAP e, acima de tudo, legisla-se rapidamente sobre medidas importantíssimas como a coadopção, entre outras, nada populistas, e que estão no cerne da preocupação da maioria dos portugueses.

Além disso, para reforço do endeusamento dos governantes, nada como avançar com medidas como o fim das sobretaxas ou o aumento das reformas...olvidando, diremos nós, por mero esquecimento os montantes desse aumento... e que mais não é do que um insulto a quem nada tem!

Entretanto, Portugal vai caminhando...com notícias do esvaziamento de almofadas financeiras, com notícias do esvair das receitas estatais....

Para aumentar o cenário, há jornalistas que por qualquer questão mais incómoda aos entes apoiados pelos partidos do popular comunismo, são alvos de queixas nas entidades reguladoras competentes...


Mas, não estranhem... talvez o próximo passo seja um míssil com um ogiva de hidrogénio...

Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães

Um Homem Perigoso

terça-feira, 15 de dezembro de 2015


José Sócrates, enquanto primeiro ministro, sempre foi um animal feroz... e ainda o tenta ser.

No lamentável exercício de servilismo que a TVI, na pessoa de José Alberto Carvalho, lhe prestou sob a forma de entrevista, o antigo primeiro ministro do governo do qual o actual primeiro ministro indicado era o número 2, esteve na sua praia: sem qualquer contraditório e totalmente à vontade para destilar os seus ódios pessoais e ajustar as suas contas, sem que os visados tivessem oportunidade de exercer o contraditório.

Sim...o contraditório que ele acusa os órgãos inquisitórios de um Estado de Direito de lhe não ser facultado, mas que quando a ele toca parece ser uma palavra desprovida de conteúdo.

Desde a Procuradora Joana Marques Vidal, a  Pedro Passos Coelho, Marcelo Rebelo de Sousa, não esquecendo Pedro Santana Lopes e toda a direita política, foi uma verdadeira carreira de tiro que demonstrou que o antigo detido nº 44 tem a pior das qualidades de um líder: é vingativo e crê que quem tem uma opinião diferente da dele é um perigoso adversário, usando uma linha de pensamento digna de um Ceausescu, ou até de Estaline.

E no alto da sua prosápia, conseguiu subverter conceitos básicos de legitimidade governativa num arrazoado justificativo, de modo a justificar o injustificável, quando em 2011 dissera que quem ganha eleições deve governar... agora, numa demagógica narrativa os conceitos alteraram-se e o que ontem foi verdade, hoje é mentira.

Ninguém duvide, pois, que o serrano é um megalómano...um homem perigoso que acredita que foi detido não pelos fortes indícios de ter praticado uma série de crimes económicos, mas pela direita política achar que seria candidato a presidente da república, que consegue discorrer sobre as manigâncias imaginárias de uma direita que se inquietava de ele ser presidente da república... como se a clara derrota que Pedro Passos Coelho lhe infligiu não tivesse demonstrado uma facto inelutável e que consistia no facto de os portugueses estarem cansados dos devaneios de um lírico incapaz de distinguir a sua fantasia da realidade de um país que passou as passas do algarve pelos seus devaneios.

E esses devaneios quase lhe permitem explicar todos os factos... todas as movimentações financeiras... quase nos fizeram acreditar que é um homem de sorte por ter um amigo que lhe disponibiliza quantias principescas de dinheiro... que é um acto normal de qualquer português querer que um filho acabe o ensino secundário num liceu estrangeiro...que fazer vida na Cidade das Luzes é uma decisão de vida corrente que qualquer família equaciona...e o pior é julgar que com essas explicações consegue enganar o seu interlocutor!

Sócrates é, pois, acima de tudo, um homem perigoso... que julga que mantém o seu potencial político intacto e que até ousou assumir-se como homem de esquerda, num arrojado piscar de olho, com o intuito de tentar o maior dos seus desideratos pessoais: enganar os portugueses, inclusivamente o Ministério Público, e poder daqui a cinco anos, arvorando-se em mártir político, candidatar-se a presidente da República, com todos os riscos que daí adviriam para o seu país.

P.S. Depois do que foi dito sobre Joana Vidal, Santana Lopes e outros alvos, a bem da verdade, outros processos crimes deveriam aparecer...dos visados contra o pseudo filósofo de modo a distinguir o trigo do joio... das pessoas de bem dos acusadores gratuitos...


P.S.2 Uma ironia ver um linguarudo proibir os jornais de publicarem factos... ou, simplesmente, mais um afloramento do espírito autocrático que é uma característica do seu carácter.

Artigo Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães

Centeno, Mário de seu nome próprio...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015


Centeno, Mário de seu nome próprio, até tem um ar simpático.

Centeno, Mário de seu nome próprio, até consegue rir da sua inépcia, como um vídeo muito partilhado nos canais virtuais o demonstra.

Centeno, Mário de seu nome próprio, é um pragmático, não tivesse conseguido criar um programa económico de governação com meia dúzia de banalidades, igual quantidade de evidências e demagogia q.b..

Centeno, Mário de seu nome próprio, consegue a simpatia de grande parte dos portugueses por enfermar de um mal que muitos deles também sofrem: quando chamado a intervir publicamente perde totalmente a clarividência de raciocínio, enredando-se nas teias labirínticas da sua mente, levando a que os seus interlocutores fiquem inebriados pela incompreensão.

Centeno, Mário de seu nome próprio, desde a sua primeira intervenção se vislumbrou que, ele próprio ainda não entendeu como caiu, de para quedas está bom de ver, num executivo de governação... mas, lá está, atendendo aos padrões de exigência socialistas até se encontra nos parâmetros mínimos.

Centeno, Mário de seu nome próprio, apesar de ser um independente e de todas as dificuldades supra mencionadas, aprendeu a essência da doutrina socialista, adoptada pelo actual líder do partido e que passa, por demagogicamente – claro, está! – sacudir a água do capote para os outros!

Centeno, Mário de seu nome próprio, julga que consegue iludir os portugueses avançando com umas medidas irrisórias e que, segundo ele, irão reduzir as despesas do estado em 46 milhões de euro.

Ora, Centeno, Mário de seu nome próprio, julga que gerir um país é mais ou menos como gerir a mercearia de Olhão, simpática terra do Algarve, onde ele nasceu.

Centeno, Mário de seu nome próprio, consegue com tal comunicação, e apesar da inocência, quase candura, apontada matar dois coelhos de uma cajadada: continuar com a política de criminalizar o governo anterior, que tudo fez para retirar Portugal do pântano lamacento que os parceiros do actual ministro das Finanças deixaram o país e simultaneamente, de modo populista, ser admirado pelos pouco informados que julgam que tais medidas adicionais serão o lenitivo suficiente para retirar Portugal dos procedimentos referentes a défice excessivo.

Centeno, Mário de seu nome próprio, poderia, do alto da sua singeleza quase casta, lembrar que tal objectivo estava prestes a ser alcançado pelo anterior executivo, que o mesmo era um ponto de honra , e até e se com as suas contas de merceeiro tal objectivo é exequível, o mérito não será dele...

Centeno, Mário de seu nome próprio, merece créditos: até se doutorou em Harvard, mas na política, apenas, sobreviverá enquanto o ventríloquo não enrouquecer ou ficar afónico...aí, a sua candura e a sua inocência perderão a virginal graça e ver-se-à o perfil maquiavélico de quem comanda os seus lábios: um primeiro ministro indigitado, mas nunca eleito, pelos portugueses...

Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães