Curtas...Nova Liderança JP!

segunda-feira, 13 de abril de 2015


Hoje na tomada de posse da Inês Almendra à frente da Juventude Popular de Guimarães a quem apelei para que mantenha bem viva a chama do serviço público ético e responsável e na esperança que os jovens sempre transportam para melhorar os destinos das comunidades sobre as quais agem. Parabéns, bom trabalho e conta connosco!

Retirado do Facebook de Orlando Coutinho, presidente Comissão Política CDS Guimarães

Curtas... Novas técnicas de procriação

sexta-feira, 10 de abril de 2015



Este é um tema que merece, na minha opinião, amplo debate e envolve inúmeras questões. A dimensão da minha coluna não me permitiu dizer tudo - ou melhor não disse quase nada - o que pensava e abordar as questões que no meu entendimento relevam nesta matéria. Por essa razão inclusivamente ponderei não escrever sobre o tema. Mas julgo ser pertinente promover o debate e esta é uma questão sobre a qual o legislador se vai pronunciar e definir o quadro legal em que a mesma se irá realizar.

Tenho sérias dificuldades em perceber a necessidade que muitos casais - sem esquecer a situações que se poderão verificar de monoparentalidade - têm de recorrer a esta técnica de procriação para a todo o custo gerar biologicamente um filho, recorrendo a uma "hospedeira", quando podem adoptar uma criança órfã, e darem-lhe uma vida, o "ser", um futuro. Intimamente sinto que o meu amor pelos filhos não tem origem biológica. O meu DNA não está na génese ou é a fonte do amor que sinto por eles.

Aliás se assim não fosse não se compreenderia que muitos crianças fossem amadas pelos supostos pais biológicos, os quais na realidade não o são, sem prescindir aqueles não o saberem.

Eu já me questionei, para perceber o amor (apesar de esta não ser uma questão racional) que  tenho pelos meus filhos, qual seria a minha reação se descobrisse que eles de facto (em termos biológicos) não o eram. Em relação a eles essa descoberta era para mim absolutamente irrelevante, não os deixaria de amar e de os procurar proteger até ao fim da minha vida.

Desafio todos os meus amigos e amigas a partilharem o que pensam sobre esta técnica de procriação. Qualquer posição é e será naturalmente respeitada.

Crónica de Pedro Carvalho no Correio da Manhã 

Politicamente (in)Correcto

quinta-feira, 9 de abril de 2015


Populismo em Portugal

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Por Alfredo Sousa
Há um fenómeno que se tem vindo a alastrar pelo mundo e que há muito tem vindo a ser combatido na política. Esse fenómeno denomina-se por populismo. Este fenómeno, que tem predominância na América Latina, alastrou-se também à América do Norte (com Barack Obama) e, de seguida, a alguns países da Europa, nomeadamente, os latinos, tais como, Grécia, Itália e Espanha. E toda a gente se pergunta por que razão este fenómeno ainda não chegou a Portugal como o Syriza na Grécia ou o Podemos em Espanha. A razão é simples: porque o seu espaço já está ocupado. Há muito tempo.
Desde o aparecimento do Bloco de Esquerda, partido inspirado no populismo da América Latina e que tem como partido-irmão o Syriza, por exemplo, que o populismo se instalou em Portugal. O BE transpirava esse mesmo populismo e temeu-se que poderia crescer significativamente, na sua época áurea, a era Louçã. Mas, ao contrário dos outros países europeus, nos quais o populismo é combatido com a moderação dos partidos tradicionais, nós por cá encontrámos uma solução bem mais eficaz: José Sócrates. O PS, com medo da ascensão do BE e apercebendo-se que parte do seu eleitorado estava a fugir para este, abraçou o populismo e nunca mais o largou. Sócrates e o PS, inspirados nos fenómenos Obama e Chávez, cedo lhes copiaram o exemplo e começaram a prometer os impossíveis. Quem não se lembra dos 150.000 empregos prometidos por Sócrates? Pois bem, no final da sua governação, Portugal não apenas não tinha os 150.000 empregos prometidos como tinha menos 300.000 empregos, segundo os dados do INE. A grande crença que Sócrates “vendia” ao país era que com investimento público se criava emprego e, portanto, quanto mais investimento público se fizesse mais emprego se criava, daí a “necessidade” do TGV, um novo aeroporto, a terceira autoestrada Porto-Lisboa e o número de PPP’s contratadas que fizeram disparar a dívida pública. Portanto, investimento público não faltou na era Sócrates, visto que a dívida pública passou de 60%, do início do seu mandato, para 122% no final do mesmo. Ou seja, como podem ver por estes dois indicadores, investimento público não gera emprego e, neste caso, até aconteceu o contrário, aumentou o desemprego. 
O Partido Socialista sempre esteve bem ciente de tudo isto e do tipo de governação de José Sócrates. A sua governação nunca foi contestada pelos dirigentes do partido, nem por quase nenhum militante, tirando um ou outro histórico e pelos agora denominados “seguristas” que já ninguém os vê. Isto porque, faz parte da estratégia do PS continuar com o populismo para que Marinho e Pinto ou o BE não ganhem espaço no nosso sistema político e não roubem votos ao PS. Vai daí, o partido optou por chamar à sua liderança o número dois de Sócrates: António Costa. Se repararem, o estilo é o mesmo, embora as cópias nunca sejam iguais aos originais. Costa, diz tudo aquilo o que o povo “quer ouvir”. Já veio prometer a reposição total dos salários e pensões, a devolução da sobretaxa de IRS, a redução do IVA da restauração, já veio até dizer que Portugal precisa de 500.000 empregos, quase em jeito de promessa. Tudo gira em torno da figura de António Costa. O homem que fala bem, que não tem programa mas tem boa imagem. Promete mundos e fundos e depois fugirá como Guterres ou Sócrates quando vier a conta para pagar. O populismo não terá novos protagonistas em Portugal porque o PS é o grande representante do populismo e, assim, anula todos aqueles que tentam ir por essa via.
Para terminar, gostava de lembrar a entrevista dada por Teixeira dos Santos à TVI, na última segunda-feira. Foi, talvez, o maior exemplo de esquizofrenia política que já vi. Não é que o ministro das Finanças de Sócrates, aquele que era responsável por arranjar o dinheiro para os “investimentos públicos” de Sócrates, aquele que sabia perfeitamente da situação para que o país caminhava, aparece agora como o salvador da pátria, por ter tido a “coragem” de enfrentar o mestre e “obrigá-lo” a pedir o resgate? 
Não haja dúvida, o populismo do PS não tem limites.
Presidente da Distrital JP Braga

Visita A Prazins Reforça Preocupações com Avepark

terça-feira, 7 de abril de 2015



No âmbito das visitas que a Coligação Juntos Por Guimarães tem empreendido às freguesias do concelho, deslocou-se a mesma, no passado dia 28 de Março, a Prazins.

Com a presença dos principais líderes dos partidos nela integrantes, Orlando Coutinho encabeçou a comitiva do CDS, sendo que na mesma se integravam vários elementos representantes do partido.

Numa altura em que a ligação ao Avepark é tema político diário, a principal conclusão da comitiva revestiu uma séria preocupação para  freguesia visitada, pois a mesma será esventrada pelo projecto socialista, rasgando terrenos da reserva agrícola e ecológica.

Desafio Aos Jovens


Por Miguel Pires da Silva

Vivemos em tempos de grandes mudanças a uma velocidade que poucos imaginaram que algum dia iriamos chegar. Já nada é garantido, como em tempos passados.  As transformações que observamos no mundo atual são o resultado dos avanços tecnológicos e científicos, e influenciam o comportamento das gerações mais jovens, alterando as suas atitudes, escolhas e por vezes os seus valores.
A entrada no mercado de trabalho é um enorme desafio que os jovens têm de enfrentar. As gerações mais velhas sentem-se ameaçadas pela entrada das novas gerações, altamente qualificadas e com recurso e domínio sobre a tecnologia. Nisto está assente o verdadeiro desafio. Apela-se à solidariedade entre gerações, de modo a formar uma forte aliança entre a teoria e a prática, o saber e a experiência. Com humildade e perseverança, respeito e ética, espera-se que os jovens saibam conquistar o seu lugar, tendo como exemplo os profissionais experientes que os podem guiar e apoiar nas suas carreiras promissoras.
Os jovens são também desafiados a desafiarem-se. A sair da “zona de conforto”, a não se conformarem e a acreditarem nas suas capacidades. A não permitirem que o seu valor e as suas capacidades sejam postos em causa, todos os dias deverão ser encarados como uma missão de superação pessoal.
É tempo de esta talentosa geração se fazer ouvir, de continuar a exigir responsabilidade e seriedade a quem nos governa, é tempo de honrar a nossa história e sobretudo é tempo de preparar o futuro! Um futuro assente em políticas sérias e responsáveis alicerçadas em valores sólidos que não nos voltem a envergonhar, que não nos voltem a obrigar a estender a mão em busca de ajuda para fazer face aos nossos compromissos. É tempo de voltar a cumprir Portugal!

Presidente JP Nacional - Retirado da Folha do CDS

Avepark...Voz Aos Vimaranenses

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Por Luís Pastor
Em democracia um dos seus pilares mais antigos sempre foi a discussão pública. A própria discussão pública caminha de mãos dadas com a liberdade na medida em que sermos livres, também exige pensarmos por nós próprios e conforme a nossa consciência. Como seres diferentes é natural que existam várias alternativas de resolução para o mesmo problema, a própria democracia consiste na troca direta de opiniões. 
No entanto, e é com muito desagrado que admito que tal não acontece na minha bela cidade natal quando se refere a já tão falada ligação ao Avepark. Desde estudos que estão longe de abrangerem os tópicos necessários -que apenas se preocupam em visar aquilo que quem o encomendou pretende que seja visado - a ignorarem por completo a possibilidade de uma discussão pública eficaz. O que vemos atualmente é a Câmara Municipal de Guimarães a ignorar por completo as três propostas apresentadas pela coligação “Juntos por Guimarães” (sim, repito, três propostas!) e, mais grave ainda, a não possibilitar que na sequência de uma discussão pública surgissem novas propostas. 
Mas o caracter ditatorial do Sr. Presidente da Câmara não se finda por aqui. Como se não bastasse ignorar as propostas apresentadas – à nenhum vereador ou deputado na coligação foi dada a palavra na sessão de esclarecimento – as mesmas foram vaiadas pelo corpo técnico do município e pelo seu presidente. Ora, tal facto só nos pode levar a concluir que a decisão está já tomada e apenas somos figurantes numa encenação dispensável e falsa. 
Eu, enquanto vimaranense e o CDS-PP enquanto força politica não nos revemos nesta forma pouco transparente de fazer política. Em democracia existem três tempos democráticos: o de discutir (e todos devem poder fazê-lo por igual); o de decidir (quem democraticamente depois de ouvir as partes, tem legitimidade para o fazer) e o de executar (que compete a quem for legalmente empossado dessas funções). No entanto se o primeiro passo é ignorado, todos os restantes estão, por conseguinte incorretos. 
Posto isto, espero sinceramente que, num futuro próximo, a CMG organize um debate público – no verdadeiro significado – no qual a coligação “Juntos por Guimarães” possa apresentar as suas propostas, onde uma associação ambientalista possa realizar uma apresentação sobre os cuidados que uma obra desta dimensão implica, onde haja um painel de Srs. Presidentes de Junta - das Freguesias por onde passam as várias alternativas de molde a que exponham as suas preocupações -, onde sejam definidos tempos para cada uma destas intervenções e que as mesmas sejam ordenadas  e expostas sem constrangimentos. Assim se fará um verdadeiro debate. Assim se fará política. Assim se representará verdadeiramente a população residente que será a mais afetada com o modo como esta questão ficará resolvida.
Presidente JP Guimarães

JP Guimarães... Novo Mandato

quinta-feira, 2 de abril de 2015


Por Inês Almendra

Inicia-se um novo mandato da Comissão Política Concelhia da Juventude Popular de Guimarães.

Trata-se de um começo marcado pelo trabalho em prol da nossa JP, procurando dignificar os ideários desta instituição. A nova equipa conta com o contributo de Pedro Viamonte, Inês Faria, Ana Carolina Oliveira, Rita Freitas, João Martins e Luís Soares.  

Conscientes do nosso papel na cena política concelhia, visamos modernizar, empreender, inovar; e, ao mesmo tempo realçar a história e valores da nossa cidade, que é Guimarães.

O Programa Político por nós esboçado pauta-se por uma maior aproximação dos jovens da cidade à política. Todos somos dotados de liberdade, pelo que o uso que fazemos dela deve ser o mais benéfico possível para o colectivo. Pugnaremos, assim, por um maior sentido de participação e pertença à vida política concelhia. Apelaremos ao papel activo dos jovens na discussão e análise dos temas mais pertinentes. Reivindicaremos um papel determinante na instrução do património humano da cidade. Apostaremos, assim, na formação política dos jovens, realçando o sentido ético e moral propício a uma intervenção efectiva e esclarecida.

Trabalharemos, ainda, com o intuito de responder às diversas necessidades da população, focalizando a nossa acção em actividades de cariz solidário. Vemos este ponto como da maior importância e merecedor do máximo trabalho e dedicação. Esta linha de acção coaduna-se inteiramente com os valores democrata-cristãos da Juventude Popular e, ainda, com a ideia de que a solidariedade é um valor da comunidade e não um monopólio ministerial. Defendemos a inclusão deste valor no seio da família, nas relações interpessoais e nas instituições religiosas.

Procuramos atender aos interesses da nossa geração, encetando esforços conjuntos nesta missão que é o desenvolvimento da actividade política concelhia ao serviço dos jovens. Procuramos honrar a oportunidade que nos foi dada de colocar o nosso trabalho ao serviço das pessoas. Com consciência cívica, exerceremos a nossa cidadania ao serviço da população, respeitando os valores e ideários da Juventude Popular. 

Presidente Eleita JP Guimarães