Artigo de António Monteiro de Castro, Vereador da Coligação Juntos Por Guimarães, no Comércio de Guimarães. Clicar para ler com mais facilidade.
Nós...Pela Imprensa
quarta-feira, 22 de junho de 2016
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Nós...Pela Imprensa
Nós...Pela Imprensa
terça-feira, 21 de junho de 2016
Artigo de Ângela Oliveira no Jornal Mais Guimarães. Clicar sobre o artigo para ler com mais facilidade.
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Nós...Pela Imprensa
A Caixa Geral de Pandora
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Minhas senhoras e meus
senhores,
Depois de várias Comissões
Parlamentares de Inquérito aos mais variados bancos privados, chega a vez da
Caixa Geral de Depósitos e… nada! E quem não quer que seja feita a CPI à Caixa
Geral de Depósitos? Dizem as vozes do costume: “É a Direita que protege os
ricos!”; “A Direita está ao serviço do grande capital!”. Pois bem, lamento
informar-vos mas quem pede esta CPI são os partidos de Direita (PSD e CDS) e
quem não a permite é mesmo a puríssima Esquerda (PS, PCP, BE).
Que o PS não queira permitir a
Comissão, não espanta a ninguém. A Caixa sempre foi tratada como sua quando o
PS esteve no Governo, e agora não é excepção. O que espanta (ou não) é mesmo a
recusa do BE e PCP em permitir a Comissão de Inquérito, depois de ser anunciado
que o Estado Português (Eu, Tu, Ele, Nós, Vós, Eles) vai ter que injectar MAIS
4 Mil Milhões de Euros na Caixa. Com certeza.
Investigaram-se todos os bancos
privados. E muito bem! Se temos que colocar lá dinheiro queremos saber porquê.
Mas no público já não é necessário saber? Injectam-se para lá MAIS, repito
MAIS, 4 Mil Milhões e o BE e PCP não querem saber por que razão? Muito estranho
não é? Olhe que não…
Portanto, não se pode abrir
agora a Caixa Geral de Pandora. Nem pensar. Isso seria a ruína do PS e,
consequentemente, lá ficaria a Extrema-Esquerda sem poder formar Governo. Agora,
já não interessa “lutar contra os grandes interesses instalados”. E, para mim,
se há sítio onde há mais interesses instalados é na Caixa. Com certeza.
Artigo de Alfredo Sousa - Comissão Política CDS Guimarães
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Política Nacional
Bucha e Estica
terça-feira, 14 de junho de 2016
António Costa sempre foi
um habilidoso.
Foi um habilidoso quando
chutou António José Seguro da
liderança do seu partido, por ganhar por
poucochinho nas suas palavras e ainda o foi mais quando após às lágrimas de
uma clara derrota, a reboque de uma esquerda
utópica e desprendida da realidade conseguiu dar o golpe palaciano que todos
nós conhecemos...
Mas, nunca pensamos que
a habilidade continuasse...ou melhor até acreditávamos que sim, mas tínhamos
esperança que o novo presidente da república, como homem sapiente e de ciência
que supostamente é, conseguisse pôr um travão a esta insana paranoia que vai
corroendo por dentro os neurónios do auto-imposto primeiro ministro...
Mas, debalde...
Marcelo no seu afã de
estar bem com Deus e com o diabo, esqueceu-se do seu papel de moderador... em
vez da política se decidir e discutir com decoro, transformou-se numa espécie
de Big Brother, para não dizer o
inefável Love on Top, em que o que
importa são os soundbytes, as palhaçadas e as declarações desprovidas
de qualquer senso.
Além disso, este indecoroso espectáculo mediático é regado com doses de complacência de uma imprensa que, vá-se lá saber porquê mas desconfia-se, fecha os olhos a todo este arraial popularucho em que se transformaram os grandes centros decisórios portugueses.
Com efeito, o que dizer
das declarações do líder da geringonça instando
os professores a emigrar, pois isso significaria uma oportunidade? E com a
complacência do Presidente da República sorrindo ao lado dele?
Alguém, se lembra ainda,
da polémica que foi há quatro anos quando Passos Coelho, como líder do único
governo de Coligação que chegou ao fim em Portugal, disse que os professores
tinham como saída a emigração? A
quantidade de posts e postas lançadas
nas redes sociais, nos jornais, quase promovendo o linchamento público de um
Primeiro Ministro?
E o que o então
comentador de horário nobre disse na altura? Alguém se lembra? Fruto de um
interesse há muito mal disfarçado em ocupar o lugar que hoje desempenha fez o
que melhor sabe fazer. Ou seja, jogou as suas cartas.. Considerando que tinha
garantido o seu eleitorado, zurziu o então primeiro ministro, de modo a
penetrar à esquerda, num belo exercício de contorcionismo...
E com esses flics-flacs encarpados chegou onde
queria!
E, agora é ver esta
parelha de Bucha e Estica em dueto
animado... numa convivência em que princípios ideológicos inexistem, em que o
que foi dito e criticado inexiste e onde quem pode questionar cegamente aplaude
declarações em tudo idênticas, mas que agora são interpretadas como um sinal de
inconformismo, de procurar um futuro melhor, numa Europa globalizada...
Já para não falar dos
actores secundários, como o intragável Mário Nogueira, que fruto de tanto ter
gritado, agora, aparentemente encontra-se afónico, concordando tacitamente, com
algo que há quatro anos o fazia sugerir a Passos Coelho emigrar.
É este o nosso Portugal
de dois pesos e duas medidas?
É este um país democrático que crucifica uns e endeusa outros pelos mesmos propósitos e declarações?
Que imprensa é esta que
trata declarações iguais de modo diferente?
P.S. O que vale é que o
país e esta dupla anda encandeada com o futebol para poder fazer mais alguns
números de circo tendentes a iludir o
pessoal...e enquanto o mesmo andar iludido, estão eles bem..
Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães
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Política Nacional,
Vasco Rodrigues
Posição de António Monteiro de Castro Sobre a EcoIbéria
quinta-feira, 9 de junho de 2016
António Monteiro de Castro, vereador do CDS na Câmara Municipal, confirmou o que já se sabia.
As preocupações do partido tinham razão de ser e a suspensão das obras podem ter implicações financeiras graves e de reversibilidade duvidosa.
Além disso, frisou que o problema suscitado se encontra,também, na cedência ao município de um terreno e que agora foi afecto à fábrica, causando incómodos aos moradores da área.
Afirmou, ainda, que, apesar de ter instado um esclarecimento ao Presidente da Câmara, mais uma vez não obteve qualquer resposta, sendo que aguarda novidades.
Para ouvir a intervenção do vereador, clique aqui.
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António Monteiro de Castro,
politica concelhia
Discurso de Orlando Coutinho na Tomada de Posse
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Oiça, em primeira mão, aqui, as ideias fortes do discurso do reempossado presidente da concelhia do CDS, Orlando Coutinho...
Para isso, basta clicar nas hiperligações.
Programa Político
Compromisso com a Coligação Juntos Por Guimarães
Anúncio de obras na Sede da Concelhia
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politica concelhia
Orlando Coutinho Tomou Posse Como Líder da Concelhia CDS
Foi numa sala cheia que Orlando Coutinho
e os restantes membros dos órgãos concelhios do CDS tomaram posse.
Num acção de confirmação clara de
compromisso com a Coligação Juntos Por Guimarães, e presidida pelo presidente
do Plenário da concelhia, Nuno Vieira e Brito, além dos elementos do CDS, estiveram presentes
vários responsáveis partidários como o presidente do principal parceiro de
Coligação, César Teixeira, outros membros do mesmo como Tiago Laranjeiro e Daniel
Rodrigues e ainda André Coelho Lima, o candidato da referida às Autárquicas que
decorrerão no próximo ano.
Após a tomada de posse de todos os
elementos dos órgãos, seguiu-se o momento mais esperado por todos os presentes:
o discurso do presidente empossado, Orlando Coutinho.
Num discurso pautado pela esperança e
optimismo, reforçou a importância da Coligação, porém sublinhando que tal realidade não
fará com que os partidos percam a sua identidade e idiossincracia. A reforçar essa
asserção, mencionou as diversas iniciativas do seu anterior mandato, frisando
que no futuro as mesmas serão reforçadas com especial destaque para o Ciclo de
Conferências denominado de “Guimarães 2030”. Estas terão como objectivo
demonstrar o que se pretende para o futuro.
Posteriormente, foi reforçado o malogro
que tem sido a governação socialista e que passa, desde logo, por um conjunto
de atrapalhações que a faz tornar-se errante, indecisa e sem rumo. A documentar
isso, citou o facto de Guimarães pretender ser Capital Verde Europeia mas ainda
não ter abolido o glifosato. Criticou o vereador socialista Ricardo Costa na
sequência de estar a sobrecarregar as famílias com o IMI.
Por fim, reconheceu que existiram coisas
em que a governação socialista esteve bem. Contudo, tais êxitos deveram-se ao
contributo dos elementos da Coligação, sendo que tal acção reforça a certeza
que existe uma efectiva preparação para governar e que os elementos integrantes
da Juntos Por Guimarães possuem uma clara preparação governativa.
Seguidamente, Altino Bessa discursou manifestando a
confiança na mudança política em Guimarães.
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Nós Tínhamos Razão!
quinta-feira, 2 de junho de 2016
A imprensa acaba de confirmar que tínhamos razão...
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