O Homem Certo Na Coligação Certa...

quarta-feira, 19 de outubro de 2016


André Coelho Lima será o candidato da Coligação Juntos Por Guimarães às eleições autárquicas que decorrerão no próximo ano.

Uma escolha óbvia e clara nos partidos que integram a referida coligação e que demonstra o objectivo de fazer o panorama político vimaranense rumar à direita.

Obviamente, não será um caminho fácil... trinta anos de (des)governo socialista deixaram marcas profundas e solidificaram um regime de vassalagem próprio da idade média difícil (mas não impossível!) de desbaratar. Com efeito, foram criados lobbies, redes de influências e de interesses que se cristalizaram nos tempos num absolutismo impróprio dos tempos que correm.

Mas este status quo, em que o partido do poder se for aconchegando e adormecendo, favoreceu o aparecimento de uma força diametralmente oposta. Uma força que teve de se saber preparar para combater e remover esses engulhos, que teve de fazer o caminho próprio de quem quer dar um novo caminho ao concelho e que nunca se conformou com a apatia reinante em que Guimarães foi emergida...

Essa força, corporizada em homens que dão rosto à Coligação, como André Coelho Lima e César Teixeira (que me perdoem outros, mas seria fastidioso e até poderia incorrer no risco de olvidar algum, pelo que citarei estes em representação de todos) no PSD e Orlando Coutinho e Engenheiro Monteiro de Castro no CDS ( aqui voltarei a colocar tão só estes nomes, mas em representação de todos os demais), bem como os ilustres representantes do MPT e do PPM, foi-se preparando para no momento certo, conseguir nas urnas, resgatar o concelho, já que para o partido do poder olha para Guimarães como uma sucessão dinástica.

Sucessão essa, em que não existe qualquer preocupação pelos cidadãos (sejam eles do centro do concelho, sejam das freguesias), em que não há qualquer visão de futuro, limitando-se apenas, e após o respectivo processo de ascensão, a ocupar os lugares de poder, tenham ou não vocação para isso.

Aliás, este último mandato autárquico tem sido a prova disso. Independentemente das qualidades pessoais, que serão muitas, ao actual edil da autarquia falta aquilo que torna os presidentes da Câmara relembrados no passar dos anos: rasgo político, temperamento genioso, capacidade do golpe de asa, visão a longo prazo e projectos de futuro e não meramente propagandísticos e tendentes simplesmente a perpetuar o poder.

Ao invés, na Coligação assistimos ao contrário... assistimos a visitas permanentes a todas as freguesias da cidade, ao prazer do contacto pessoal com todas as pessoas e instituições (não estivéssemos a falar de pessoas que sempre tiveram o prazer de nelas trabalhar) e uma política de proximidade e de preocupação com todos, que ao contrário do que vai sucedendo, vai muito para além da muralha que circunda Santa Clara.


E, honestamente, é daí que se adquire a dinâmica de vitória que neste momento se sente em quem luta para que este projecto seja o projecto de Guimarães...  e, assim sendo, a certeza é cada vez mais uma: André Coelho Lima tem tudo para ser o presidente do século XXI em Guimarães... o homem, que pela sua juventude e visão, poderá encabeçar, como ele referia numa esclarecedora entrevista, o projecto de levar Guimarães a ser uma referência do Norte... esperemos que assim seja!!!

Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães

Os Popós do PS

terça-feira, 4 de outubro de 2016


Já em vários artigo que fui escrevendo aludi ao facto de que servir a causa pública obriga a um conjunto de características especiais que passam pela vontade de servir os outros e, por vezes, de um certo desprendimento do eu em prol da comunidade que é o todo que o homem público deve estar preparado para defender.

Essa será a característica mor dos grandes estadistas!

Infelizmente, e apesar de nos querermos referir ao micro cosmos que é Guimarães, tais qualidades não poderão nunca deixar de estar presentes.

E, infelizmente, fruto talvez de algum tiques de poder de 30 anos ininterrupto, tal não sucede.

Com efeito, foi na última assembleia municipal denunciado pela líder da bancada do CDS-PP, Ângela Oliveira, o uso pessoal dos carros da Câmara pelos vereadores com pelouros distribuídos...leia-se socialistas!

Tal é uma prática abusiva, violadora do código dos rendimentos (IRS) e lesiva de todos os cidadãos.

Além disso, diremos nós, demonstrativa de como tem sido a governação do punho fechado em Guimarães.

Com efeito, em antonímia com o seu logótipo uns verdadeiros mãos abertas para os seus pares!

Não é normal que com o país em dificuldades este comportamento seja adoptado... por mais razões que possam existir, tal afigura uma atroz e desavergonhada afronta aos cidadãos que sacrificadamente se têm de dirigir todos os dias para os seus trabalhos, para os seus afazeres, nas suas próprias viaturas.

É de quem perde a noção da realidade e que vive num mundo muito próprio em que tudo lhe é permitido. Com efeito, o absolutismo dos já referidos trinta anos fazem mossa e permitem este tipo de situações.

Ou será que os carros usados não consomem combustível, não necessitam de trocar de pneus e de fazer revisões periódicas?

E se fossem usados, única e exclusivamente, em serviço afecto à autarquia não demoraria bastante mais tempo a chegar ao momento desses gastos?

E a pergunta mais dolorosa: de onde é gerado esse dinheiro? Obviamente, do munícipe que é depauperado dos seus rendimentos para os seus representantes poderem passear-se, deixando as suas viaturas nas garagens.

É que como,  e bem disse Ângela Oliveira, para não pagarem os seus impostos ( que neste caso seria em espécie) acabaram por onerar os particulares...


Nunca saíram tão caros os popós socialistas...

Artigo de Vasco Rodrigues - CDS Guimarães

O Dinheiro dos Vimaranenses Foi Um Ar (Que Não Condicionado) Que Se Lhe Deu...

terça-feira, 27 de setembro de 2016


Tenho, para mim, uma regra básica que passa pelo seguinte: antes de fazer qualquer investimento há que analisar os prós e contras do mesmo, para não suceder que posteriormente perceba que esse dinheiro poderia ter sido aplicado de modo mais sapiente, ou pior que é vir a fazer-me falta.

Este pressuposto básico de gestão será comum a todas as famílias portugueses que orçamentam a sua vida familiar em função do ratio utilidade/custo procurando evitar que o orçamento familiar seja onerado indevidamente.

E tais preceitos, de ultra mini micro (se o conceito existe) economia, devem sem aplicados em grande escala...seja nas autarquias, seja no país.

Como alguém, que se ufanava de ter-se licenciado na universidade da vida, dizia se não são capazes de gerirem a sua própria casa como são mandatados para gerir o país ou a Câmara?

E, no fundo da sua sabedoria empírica tinha razão...

Como é possível, neste momento, o Município de Guimarães ter investido meio milhão de euros em equipamentos de ar condicionado para agora os ter desligados?

E, pasme-se... os mesmos encontram-se inactivos porque, após a compra, é que se percebeu que o edifício onde se encontra alojada a edilidade, que o tinha que suportar, não aguentava a trepidação e o mesmo não podia ser ligado.

Tal, reflecte a irresponsabilidade que se apoderou de quem pode mandar.  Refletcte o desprendimento como se trata o bem público. Demonstra a irresponsabilidade no momento de aplicar capitais públicos, em que o principal lesado é o cidadão comum que é onerado com taxas e custos para suportar caprichos consumistas de quem manda.

Mas, infelizmente, a história não acaba aqui...

Visto os referidos equipamentos não poderem ser utilizados, a depositária do dinheiro dos vimaranenses resolveu investir em ventoinhas – à boa antiga portuguesa – e em outros aparelhos de ar condicionado compatíveis com as especificidades do local.

Ou seja, ao invés de ter uma despesa em consonância com as especificações de Santa Clara, resolveram ter duas... uma que foi uma verdadeira asneira e outra necessária para remediar a asneira anteriormente efectuada...


E o dinheiro dos contribuintes...esse foi um ar ( que não condicionado) que se lhe deu!

Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães

Encerramento Das Salas Jardins de Infância em Penselo...Porquê?

terça-feira, 13 de setembro de 2016


O encerramento de sala de Jardim-de-infância leva a deslocação de crianças.

A decisão de encerrar a única sala de Jardim-de-infância na freguesia de Penselo, por parte da autarquia vimaranense, obriga à deslocação de sete crianças, dos 3 aos 5 anos, para a freguesia de Fermentões, mais concretamente para a EB1/JI de Caneiros. Desta decisão resulta a abertura de uma sala.

Assim sendo, questiono– me porque não ficaram as crianças na EB1/JI de Penselo, dado que o custo-benefício não se visualiza , havendo, sim, um prejuízo para as famílias e para o erário público. Senão vejamos:

- acolhimento ,pelas 8h , das crianças na EB1/JI de Penselo obriga à existência de ,pelo menos, uma funcionária;

- transporte das crianças, pelas 8h45m, em táxi ou autocarro, acompanhadas por um vigilante, para a EB1/JI de Caneiros, onde permanecerão até às 17h30 ;

- regresso das crianças ,novamente, a Penselo , novo acolhimento e permanência até às 19h30;
- a Educadora passa a exercer funções no estabelecimento de Caneiros.

Perante tal cenário, qual/quais os fatores que estiveram por detrás de tal decisão ?                        

Se:

- existia educadora ;

- o estabelecimento de ensino de Penselo está apetrechado, tendo recentemente sofrido obras de beneficiação;

- existência de funcionários para acolher e vigiar as crianças;

- necessidade de contratualizar serviço de transporte.

Claro está que contrapõem com o fator pedagógico, o melhor desenvolvimento da criança...

Será ?????????????????????

Artigo de Maria José Pinto -Comissão Política CDS Guimarães

O Amiguismo Socialista

terça-feira, 6 de setembro de 2016


Desde a entrada da Troika em Portugal, fruto da má governação de quem sabemos, os portugueses sentiram na pele a necessidade de enveredarem por um caminho distinto do que anteriormente trilhavam.

Aliás, ainda hoje, dia 06 de Setembro de 2016, uma notícia do jornal de uma rádio nacional confirmava que a ida a cinemas, concertos, restaurantes diminuiu drasticamente desde essa data em detrimento da ida a espaços gratuitos como parques naturais, o que segundo os autores do estudo indiciava a necessidade de se apostarem em políticas ambientais, de modo a exponenciar ao máximo esse novo modo de vida.

Porém, nem todos os portugueses assumiram a necessidade de adaptar a vida às circunstâncias e preferem continuar a ditar os seus comportamentos por valores que o bom senso não aconselha.

Vem esta introdução a propósito da notícia de ontem do Jornal de Notícias em que o ex autarca de Vieira do Minho, após ter deixado de ser presidente da autarquia, auferiu de subsídio de desemprego fruto de supostamente ter laborado na Câmara Municipal de Guimarães.

Mas, não se pense que o referido ex autarca desempenhou funções de relevo na autarquia...Nada disso... Ao que apuramos o mesmo foi contratado em 2001, garantiu a função sem nunca desempenhar a mesma, a Câmara de Guimarães pagava-lhe o ordenado até se candidatar e vencer as eleições pelo PS na sua cidade, requerendo uma licença sem vencimento, e posteriormente de sair das funções da edilidade requereu o subsídio de desemprego, que agora o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga mandou restituir.

Ora, desta situação ressaltam informações inquietantes que destacaremos separadamente para podermos almejar a gravidade da situação.

Primeiro – O referido funcionário foi contratado em 2001 por António Magalhães à altura presidente da Câmara Municipal de Guimarães;
Segundo – Apesar de funcionário de um autarquia candidatou-se a outra vencendo as eleições, deixando para trás a anterior ocupação, requerendo uma licença sem vencimento;
Terceiro – A Câmara, apesar de nunca ter exercido de facto as funções para as quais foi contratado, sempre lhe pagou o salário;
Quarto – Quando se acabou o job requereu o subsídio de desemprego tentando, como a Segurança Social e depois as instâncias judiciais obter uma vantagem patrimonial indevida que agora foi condenado a restituir;
Quinto – Apesar de ter recorrido para os tribunais administrativos, os mesmos consideraram (e bem!) que o mesmo apenas tinha o contrato suspenso, por sua livre iniciativa, pelo que não tinha direito a tal prestação.

Tais asserções e a decomposição do problema leva-nos a conclusões inquietantes. Desde logo somos confrontados com o amiguismo socialista sempre disposto a arranjar emprego para os mais necessitados, desde que tenham um cartão rosa. O referido funcionário teve, com o beneplácito da autarquia, um poiso seguro (leia-se salário e flexibilidade laboral) para preparar devidamente a sua eleição. Posteriormente, abandonou o trabalho que lhe devia dar um enorme estímulo para abraçar o projecto de Vieira do Minho, mas procurando deixar uma janela para cobrar do Estado, olvidando quem em pior situação não tem como pôr comida na mesa aos filhos.

Quando o povo optou por o castigar nas urnas, requereu o subsídio de desemprego tentando obter o que não tinha direito.

Esta situação é inquietante... qualquer autor que pratique estes actos e quem seja conivente com os mesmo são os responsáveis pela descredibilização da política. São situações como as relatadas que fazem surgir os apodos menos próprios a quem procura servir na causa pública. São notícias destas que fazem crescer a abstenção e o desinteresse dos cidadãos.

E depois, como pode alguém pedir sacrifícios aos seus concidadãos se há situações destas??

Ao menos existisse a dignidade de reconhecer o erro e devolver os cinco mil e quinhentos euros... não falamos de uma soma exorbitante, falamos de uma quantia, que um cidadão, pela sua honra saldaria... pelos vistos, nem isso!
Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães