Cotinuamos Atentos!
quinta-feira, 13 de julho de 2017
No Rumar À Direita continuamos atentos à realidade que vai circundando Guimarães...
E só vamos perscrutando a realidade... e partilhando com os nossos leitores!!
Eis mais uma facto que deixamos à consideração, sendo certo que continuaremos atentos...
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Continuar o quê???? Têm a Certeza?
terça-feira, 11 de julho de 2017
O artigo que vamos transcrever, bem podia ter sido escrito por alguém ligado ao Rumar À Direita...
Com efeito, a tentativa de arranjar o slogan dito orelhudo, ou como agora é mais erudito dito, do "soundbyte" por parte do Partido Socialista vimaranense, levou a algumas cómicas situações, que demonstram a falta de rumo do mesmo...
O texto foi retirado do site www.medium. com, escrito por Hélder Pinto, e merece ser partilhado, reservando para os leitores as conclusões que tiverem por convenientes...
"A campanha eleitoral continua (mal)
Os cartazes de campanha eleitoral, apesar de muitas vezes ingénuos ou esteticamente questionáveis, sempre foram vistos pelos partidos e pela massa votante como um mal necessário. É aquela máxima do “tem de ser”. Mesmo que o cartaz seja mau e não conquiste votos, pior é não haver cartaz!
Aqui por Guimarães, os partidos não fogem à máxima. Os cartazes das autárquicas são fraquinhos, seguem uma toada minimalista — para quê inventar? — , e ninguém se rala muito. A concelhia do Partido Socialista (PS) adotou inclusivamente uma abordagem binária ao slogan dos cartazes: as freguesias que são atualmente do PS levam com o slogan “Continuar <nome da freguesia>”; as que são da oposição ficam com um ainda mais curto “<nome da freguesia> merece”. Isto só pode ter saído da mente de algum guru em psicologia social e comunicação para as massas. Fórmulas simples que captam a atenção e ficam na mente. Muito bom!
Só é pena não terem testado o algoritmo com os nomes de todas as freguesias. Vejamos três bons exemplos.
Calvos
O candidato, com cabeleira invejável para a idade, tem o desplante de retirar quaisquer esperanças aos seus conterrâneos menos cabeludos. Com ele, não haverá tratamento capilar que rejuvenesça as carecas dos calvenses. Quem é calvo continuará calvo! Maldição válida pelo menos por 4 anos!
Leitões
Aqui o candidato também decidiu amaldiçoar o seu povo. Todos aqueles que foram transformados pela Rainha Má em lindos porquinhos cor de rosa irão continuar nesse infeliz estado. Outra leitura possível: para não dizer que vão continuar porcos por mais 4 anos, decidiu suavizar a mensagem para um termo mais fofinho.
Pinheiro
Neste cartaz, o tom é mais verde. O candidato promete que não irá vender-se aos euros do eucalipto ou ao romantismo do carvalho. Irá continuar a ser o que sempre foi: um forte e saudável pinheiro! Esperemos que não produza demasiadas pinhas e que a sua casca seja pouco pegajosa!
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Uma Cilada... (Com Vídeo)
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Deixamos a comunicação que Rui Barreira fez no passado Sábado, em relação à sua demissão da Segurança Social.
Importará dizer que Rui Barreira tem as qualidades necessárias para exercer a res publica... um homem determinado, lutador e com princípios.
Princípios esses muito pouco condizentes com estas jogadas súcias e próprias de uma "geringonça" que sempre fez tudo para tudo controlar...
Mas, homens como ele cá estarão sempre para lutar...para fazer valer o que acredita...e nós prontos para o receber!
Importará dizer que Rui Barreira tem as qualidades necessárias para exercer a res publica... um homem determinado, lutador e com princípios.
Princípios esses muito pouco condizentes com estas jogadas súcias e próprias de uma "geringonça" que sempre fez tudo para tudo controlar...
Mas, homens como ele cá estarão sempre para lutar...para fazer valer o que acredita...e nós prontos para o receber!
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A Toque de Caixa...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
O tema
deste artigo centra-se nas ancestrais Festas Vimaranenses: as Nicolinas.
E para
dizer ao que venho, serei direto: a esquerda local é contra a elevação das
Festas Nicolinas a Património Imaterial da Humanidade. Só isso explica que –
pasme-se – tenham inscrito primeiramente no Inventário Nacional do Património Cultural
Imaterial a tradição das Passarinhas e dos Sardões das Festas de Santa Luzia,
sem que houvesse especial demanda pública para o efeito, antes mesmo das
Nicolinas.
Só isso explica que a autarquia precisasse de
11 longos anos para ser consequente desde a primeira iniciativa política em
sede de Assembleia Municipal apresentada à época pelo líder parlamentar do PSD
– André Coelho Lima – e que, quem lá esteve recordar-se-á, não mereceu
unanimidade, já que o Bloco de Esquerda não votou favoravelmente esta
pretensão.
Só isso explica que, um dia após o Líder da
Coligação Juntos por Guimarães pedir explicações de como estava o processo, o
PS tenha apressadamente corrigido a mão dizendo que <<agora é que é,
agora é que vamos tratar disso>>.
Depois espantam-se que o Jornal Expresso
confunda Nicolinos com “campinos de Natal”? Com tamanha displicência do poder
socialista bem podemos atirar à ignorância jornalística, mas há falha grave
política quanto à divulgação desta efeméride. E a falta de reação política
imediata e enérgica ao mais alto nível é, também ela, um sintoma desta
convicção.
Aliás, nas mentes mais apuradas, já todos
tínhamos percebido esta animosidade à esquerda com a multisecular tradição etnográfica
dos estudantes vimaranenses; mas, muito recentemente – nas redes sociais e
blogosfera – enervados com a tentativa de disfarce, deste mau estar, que
Domingos Bragança empreendeu, ao colocar em catálogo o que já deveria estar há
muito, doutos intelectuais de esquerda, não contiveram as suas glândulas
sudoríparas e transpiraram de forma veemente o seu protesto. Só porque, veja-se
o pretexto, o Vereador do CDS, Eng.º Monteiro de Castro, não viu energia, não
viu vontade, não viu atitude, nos responsáveis municipais para este
empreendimento. E também porque, “ousou” questionar o académico, de respeito é
certo, que levou a efeito o primeiro estudo sobre a matéria, acerca dos motivos
pelos quais só se apontavam fragilidades sem conceder soluções e porque se
omitia de forma evidente as potencialidades desta candidatura.
O argumento, que os meus muito estimáveis (e
corajosos porque há mais, mas escondidos) Esser Jorge e Casimiro Silva usaram,
foi – trocado por miúdos – “como pode um Engenheiro Civil questionar tamanho
Antropólogo?”
Pois bem meus caros, a dimensão política em que
se coloca a questão em apreço, não só pode - como deve ser dissecada nos fóruns
próprios para o efeito. E foi-o. Por um Vereador, independentemente da sua
formação de base. Ao negarem esta possibilidade estão a incorrer na velha
arrogância tipicamente “sinistra” que contra factos não há argumentos. Ora é
exatamente contra os factos que se argumenta, de contrário seria o fim da
política enquanto tal. O pensamento único e inargumentável é o fim da
democracia, do pluralismo, do multipartidarismo. E não tenho em vós desses
precursores.
E quanto aos argumentos por ele expendidos o
que dizem V.Exas? <<Bola>> para citar um eminente treinador na
dita.
Somente não se pode meter a “foice em seara
alheia”. O que para mal dos V. pecados não é assim. O Advogado André Coelho
Lima, questionou e bem (em sede própria, na Câmara) a obra do brilhantíssimo
Arquiteto Siza Vieira (Parque da Mumadona) porque não tinha acessibilidade para
deficientes motores. Que fez o PS? Votou contra a proposta de melhoramento
desta acessibilidade. O mesmo “modus operandi”, portanto.
Voltando “à vaca fria” para usar da “diplomacia”
em voga, V. Exas ficam-se então pela única premissa: aos Engenheiros o betão,
aos Antropólogos a etnologia! Que seria da ciência se nos guiássemos por aqui?!
Franz Boas, por exemplo, jamais poderia dar o seu inestimável contributo à
“inquestionável” ciência antropológica, já que provinha da Física. E se o Sir
Francis Galton, um Antropólogo e lente eminentíssimo à época, não fosse (e
foi-o tragicamente tarde para vergonha da humanidade pelas consequências que
daí advieram) nunca jamais questionado? Seriamos todos filhos de Gobineau,
Chamberlin, Lapouge ou Woltmann?!…
Se nunca se questionasse o método, os
sucedâneos de James Frazer continuavam a dizer como ele << Estar com as
tribos sobre quem disserto? Deus me livre!>> Ainda bem que tivemos depois
Malinowski ou Margaret Mead; e que útil seria esta última se, por aqui tivesse
passado, já que as Nicolinas carregam uma marca clara de ritual de passagem à
idade adulta com traços de fertilidade. Será exatamente por isto que a esquerda
local não simpatiza com as Nicolinas? Por ser uma tradição atávica, viril e
identitária? Marcas de que tentam sempre afastar-se na busca de um
igualitarismo artificialmente construído, ao jeito do materialismo dialético?
No fundo, meus caros, o que o Eng.º Monteiro de
Castro clamou foi que, o estudo vindo do respeitabilíssimo e notabilíssimo Jean-Yves
Durand, segue a escola de Evans – Pritchard, ou seja, é mais descritivo do que
explicativo o que impede – de modo científico, que se corrijam as falhas, se
evidenciem as potencialidades e se avance para bom logro do processo. E é nisso
que nos devemos concentrar.
Arregacem lá as mangas meus senhores e mãos à
obra neste desiderato que não é nosso nem vosso – a exemplo da Capital Verde,
embora nesta estejam a começar a casa pelo telhado - mas é de todos os
vimaranenses. Engulam o sapo e façam o vosso dever, de contrário, serão
corridos ao jeito Nicolino e do título desta crónica: a toque de caixa! E bem
podem espernear que é assim mesmo como vos digo.
Se inverterem o caminho e se ligarem à
corrente, serei eu o primeiro a convocar a “Potlatch”.
Bem Vistas as Coisas, a
esquerda local é contra a elevação das Festas Nicolinas a Património Imaterial
da Humanidade. Ou invertem o caminho, ou serão corridos a toque de caixa!
Artigo de Orlando Coutinho, Presidente da Comissão Política CDS Guimarães, no seu Blog "Bem Vistas As Coisas"
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A Máquina do Tempo...
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
A obra literária de Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra,
poderá servir de ponto de partida para algumas reflexões sobre a política
autárquica vimaranense.
Com efeito, apesar da trama relatar a viagem de Lisboa até ao Ribatejo servindo essa para contar a história do amor de Joaninha e Carlos, a verdade é que o leit motiv essencial da obra centra-se no confronto óbvio, na altura, entre o Portugal envelhecido e corroído pelo absolutismo e pelo desempoeirado Portugal, que se pretendia renovador e liberal.
Todavia, por muito, que nos possamos surpreender, na
actualidade esse desafio de forças opostas ainda existe em muitos locais, onde
o poder instalado foi-se cristalizando e sobrevivendo, ganhando laivos de
absolutismo.
Em Guimarães, que é o que nos interessa, a verdade é que
trinta anos de poder nas mesmas mãos levou a que tal ocorresse. Fruto de um
poder desmesurado na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal e nas
freguesias, facilmente as ideias gizadas eram postas em prática e, pasme-se, as
boas ideias apresentadas pela oposição eram facilmente rejeitadas, por não
terem o selo da paternidade pretendida!
Porém, fruto das limitações de mandatos, teve de ocorrer a
necessária mudança de poderes, ainda que o ideal de governação se procurasse
manter imutável. Contudo, tal imutabilidade sofreu um sério rombo, já que,
hodiernamente, a organização dos principais partidos da oposição (PSD e CDS) na
Coligação Juntos por Guimarães, à qual também se juntaram o PPM e o MPT, levou
ao descontrolo de quem manda.
Tal descontrolo tem sido visível na falta de rumo de
governação e num combate dialético entre quem vai bolinando à vista e quem tem um projecto definido para Guimarães,
quem vai a todas as freguesias, quem conhece os elementos de todas as
associações, quem com eles fala.
Fruto desse combate, o descontrolo é visível e tem feito
quem manda viajar numa máquina do tempo.
Viagem essa que tem como objectivo apostar nas boas ideias que anteriormente a
oposição apresentou, mas que por terem tido essa paternidade foram rejeitadas.
Falamos do metro de suprerfície, agora apresentado com um
nome mais chic de tramway. Pega-se numa ideia de 2004, de
Rui Vitor Costa, dá-se um polimento, coloca-se um laçarote para parecer uma ideia nova et voilá... propõe-se algo que anteriormente o mesmo partido
houvera recusado.
Falamos da Loja do Cidadão que Guimarães vai passar a ter e
que se saúda. Porém, é importante recordar que os
Vereadores da coligação Juntos por Guimarães já haviam reivindicado essa medida
para o nosso concelho, em Abril e Maio de 2015, no âmbito do Programa
“Aproximar” implementado pelo anterior governo PSD/ CDS, seguindo uma
estratégia que visava a reorganização dos serviços de atendimento da
Administração Pública com o objectivo de aproximar o Estado dos Cidadãos.
Importará, no tocante a esta situação
relembrar que em reunião de Câmara realizada no dia 30 de Abril de 2015, o
vereador André Coelho Lima questionou o Presidente da Câmara quanto ao trabalho
que Guimarães está fazer para ser uma das contempladas com a instalação de
Lojas do Cidadão na segunda fase, após a aprovação do Programa “Aproximar” com
a inauguração de 36 novas Lojas do Cidadão no País.
Na altura André Coelho Lima felicitou o
Governo por avançar com a iniciativa de instalar Lojas do Cidadão em todos os
concelhos do País e não apenas em alguns como até aqui sucedia, tendo revelado
que “se já era estranho que Guimarães, uma cidade da nossa dimensão e
importância, não tenha sido contemplada com uma Loja do Cidadão, achamos que
devemos agora estar na linha da frente para que a nossa cidade seja das
primeiras a receber as Lojas do Cidadão cuja instalação será decidida em breve”.
Ou seja, tal medida apresentada é novamente de
paternidade que desagrada a quem manda e que a todo o custo procura fazer da
ideia sua.
Por seu turno, Ricardo Araújo, em 16 de Julho
de 2015, questionou a Câmara sobre quais as diligências que estavam a ser
tomadas no sentido de Guimarães ter uma Loja do Cidadão a curto prazo. Na
resposta, o Presidente da Câmara defendeu que "a criação da Loja do
Cidadão no actual modelo destina-se a acabar paulatinamente com os serviços de
proximidade até agora assegurados pelas Repartições de Finanças e pela
Segurança Social".
Então, o que mudou?
Apesar de, como se referiu, saudar-se a medida, a verdade é que as viagens ao passado, na nossa terra, do Partido Socialista só demonstram uma governação sem ideias, nem rumo próprio...um relembrar do bom trabalho, de quem fora da governação, tudo faz para que Guimarães cresça e se desenvolva...
Quanto às próximas ideias da Governação, o
leitor ouse também entrar na máquina para prever o que vai suceder...
Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães
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Vasco Rodrigues
Coligação... Uma Força Que Ninguém Pode Parar!
domingo, 23 de outubro de 2016
Realizou-se, hoje, no Mit Penha a assinatura do acordo de Coligação Juntos Por Guimarães. Três forças políticas comprometeram-se no apoio a André Coelho Lima, sendo que faltou a formalização da quarta, que é o MPT.
Assim, PSD, CDS e PPM assumiram a vontade de alterar o panorama político vimaranense rumo à mudança de paradigma governativo no concelho de Guimarães.
O candidato André Coelho Lima, que no seu discurso prometeu "sangue, suor e lágrimas e toda a dedicação ao concelho, exortando todos os vimaranenses a seguirem-no.
A sala cheia demonstrou o apoio dos vimaranenses a este projecto.
Os líderes das concelhiaas dos respectivos partidos estão Juntos Por Guimarães, em torno do candidato André Coelho Lima...
António Meireles, representante do PPM vimaranense, assumiu o seu compromisso com a Coligação afirmando que este representa os valores monárquicos.
César Teixeira, líder do PSD, num discurso eivado de momentos pessoais ao candidato, considerou que está na altura de travar o despesismo que grassa na autarquia vimaranense.
Orlando Coutinho, líder do CDS, reforçou as iniciativas da Câmara são meramente propagandísticas, tal como a Cidade Verde Europeia, já que não demonstra qualquer preocupação ambiental. Ao invés, André Coelho Lima demonstra uma real preocupação pelo concelho.
Juntos por Guimarães...até à vitória...
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