Momentos de Cidadania e de Geografia...

sexta-feira, 29 de maio de 2015



Não sabemos o que dizer deste tesourinho...se devemos ficar alarmados por na Programação do Centro Cultural Vila Flor só determinadas companhias conseguem realizar e ter espectáculos, ou as aptidões geográficas do presidente da Câmara, Domingos Bragança...

Está bem que foi com os socialistas que Vizela foi concelho...e que Magalhães, o patrono do Domingos, apesar de demagogicamente ter afirmado pretender rasgar o cartão de militante, permaneceu no posto qual lapa... Mas, que diabo...criar um concelho de um momento para o outro, não lembra ao mais empedernido militante... mesmo com tiques de "Soleil c'est moi" fruto de trinta anos de poder!

Mas, lá está…absolutismo é a palavra chave e coincidente nesta situação… absolutismo nas escolhas, absolutismo no discurso…

Curtas... A Greve no Metro

quinta-feira, 28 de maio de 2015



Com uma média de ordenados fixada nos 2500€, com cerca de 22h30 a 36h de trabalho semanal, reforma aos 55 anos, acesso ao ensino privado para os filhos, cantinas luxuosas, transporte em autocarro privado entre o Campo Grande e o Marquês, passes grátis para a família e ainda outros conjuntos de mordomias que desconheço, faço uma pergunta para jackpot!

Qual a razão para os "trabalhadores" do metro de Lisboa fazerem greve?

(a sexta desde que começou o ano)

Retirado do Facebook de João Moça

Portugal foi, é e será sempre capaz

terça-feira, 26 de maio de 2015

Por Alfredo Sousa
Passado um ano após a saída da Troika torna-se necessário, fundamental até, fazer um balanço daquilo que foi este período. Um período de grandes dificuldades mas, acima de tudo, um período de superação de obstáculos. Obstáculos esses que vieram de fora mas, também e principalmente, de dentro. Passado um ano, já não se fala em recessão mas em crescimento, não aumenta o desemprego mas sim o emprego, já não se fala em desconfiança dos mercados mas ao invés aumenta a confiança dos mercados, consumidores e investidores. 
Isto são acontecimentos normais hoje. Mas convém não esquecer que eram considerados inatingíveis e impossíveis por alguns há um ano atrás. Houve os que sempre acreditaram que era possível reverter a situação e houve aqueles que sempre acreditaram que poderiam beneficiar com o piorar da situação. E, por isso, sempre dificultaram e criaram obstáculos. Sempre dramatizaram, sempre criticaram, nunca ajudaram e nunca se culparam. Sim, esses são os militantes do PS de António Costa, os mesmos de Sócrates e de Mário Soares. 
Houve quem pensasse de maneira diferente deles no próprio partido, de seu nome, António José Seguro. Por isso, Seguro sempre foi comedido na oposição, compreensivo com o Governo e as dificuldades que o país atravessava mas, sobretudo, consciente da culpa que o PS tinha tido no estado a que o país chegou.  Mas, isso, era uma vergonha que o PS não poderia passar. Admitir que erraram não faz parte de quem só quer ganhar eleições. Foi hora de correr com Seguro mal surgiu a oportunidade de se chegar ao poder. 
António Costa não trouxe nada de novo, pelo contrário, trouxe tudo de velho. A começar pela bancada parlamentar e a acabar nas velhas propostas de dar tudo a toda a gente. Os socráticos estão todos lá na frente e as promessas bem ao estilo desse grande socialista estão bem no seio do discurso de Costa. O jornal The Telegraph já iguala o seu discurso ao do Syriza. Esperemos que os portugueses não igualem o resultado das eleições ao dos gregos para que não igualemos a nossa situação económica/financeira à deles.
O que é certo, é que sempre houve uma parte deste país, a chamada maioria silenciosa, que não protesta, não grita, mas trabalha, esforça-se e leva este país para a frente. É necessário que esta maioria se “revolte” contra este oportunismo de quem quer governar depois do mais difícil já estar feito. Se “revolte” e vote nesta maioria que contra quase todos os sectores políticos, judiciais e mediáticos tem levado este país para a frente. Essa maioria não pode ficar em casa nas próximas eleições. Ao fazê-lo vai beneficiar o infrator e premiar o oportunismo. Saiam de casa, por Portugal!
Presidente da Distrital JP Braga

Politicamente (In)Correcto

segunda-feira, 25 de maio de 2015


O Maná de Marinho e Pinto...

Nova Geração de Políticos

domingo, 24 de maio de 2015

Por Cristiana de Castro
Acreditar que estamos perante uma fase de mudança é inequivocamente crer que no seio da nossa sociedade existe uma nova geração de políticos com carisma, determinação e acima de tudo competência. Estes mesmos políticos são pessoas sem vícios, sem o desejo incontrolável de alcançar o poder sem o mérito que lhe é devido. Os portugueses estão cansados da classe política, a descrença nos nossos governantes é generalizada, são invariavelmente apelidados de corruptos, incompetentes e “ladrões”, pois usam o dinheiro público para seu benefício pessoal… caríssimos isso é crime! 
Acredito sinceramente que a nossa sociedade caminha para a responsabilização de alguns governantes, que tem como mote, a péssima gestão levada a cabo no nosso país no período que antecede o resgate ocorrido em 2011. Na contemporaneidade, temos efectivamente um ex-primeiro ministro preso, todavia não se iludam as acusações que lhe são imputadas nada tem a ver com a sua gestão danosa durante o período que esteve a governar o nosso país. O actual governo herdou um país no linear da “bancarrota” e para alguns portugueses (muitos infelizmente), estes são o rosto da austeridade, mas pensem o que pode fazer um governo intervencionado e sem soberania financeira?! Pode simplesmente fazer o que ficou estabelecido no memorando que o PS e PSD assinaram com a Troika. Obstando a este facto, não vamos tirar jamais o mérito devido ao governo em funções, pois lutou contra todas as adversidades e Portugal é hoje um país bem mais “saudável”, os números não mentem, pensem… 
A jornada para credibilização da nova geração de políticos é longa e inusitada, porém exequível. A nível local na Comissão concelhia do CDS-PP deparamo-nos com rostos que plasmam tudo aquilo que os Portugueses anseiam ver nos cargos políticos, falo-vos de determinação, carisma e competência… mostrando-se disponíveis para mudar o panorama político actual de Guimarães. 
É impreterível que os Vimaranenses conheçam estas figuras que reflectem a mudança, alheando-se de jogos de interesses e “tachos”, prosseguindo o desiderato de alcançar o bem comum… É na prossecução do ensejo transcrito, que se debatem diariamente sem que o mérito pela sua luta lhes seja apropriado. 
Dado ao volume de nomes que se encaixam no que anteriormente mencionei, não me é possível referenciar cada um, no entanto tenho de destacar os seguintes: Orlando Coutinho – Presidente da Comissão Politica Concelhia, como sendo um homem extremamente dedicado, disponível para apoiar todas as causas relacionadas com os seus conterrâneos. Destaco ainda Alfredo Sousa – Presidente Distrital JP Braga pela sua capacidade de envolvência e idoneidade. Refiro concomitantemente, Ângela Oliveira – Deputada Municipal, que luta incessantemente pelos direitos dos munícipes reiterados
Não posso de todo descurar o trabalho de anos desenvolvido pelo nosso Caríssimo Rui Barreira, que se esforçou afincadamente para que o CDS-PP se constituísse enquanto força política no Município por diversas vezes referido
 As palavras que escrevo não deixam transparecer o quanto admiro todos os elementos que constituem a Comissão Política Concelhia do CDS-PP Guimarães, os adjectivos utilizados não fazem de todo jus ao seu caracter e capacidade de despreendimento…
Em jeito de conclusão, a nível nacional destaco Assunção Cristas como sendo a “Dama de Ferro” do CDS-PP e poderá ser um dia, na minha humilde opinião, a justa sucessora do nosso presidente, Paulo Portas. Não esquecendo outrossim o trabalho inspirador do nosso caríssimo Eurodeputado Nuno Melo. 
O CDS-PP contribui paulatinamente para o reconhecimento da integridade da nova geração de políticos e nesse sentido para a credibilização dos mesmos. Assumindo-se como um partido sólido, peremptório na sua luta contra a corrupção instalada no nosso país nas últimas décadas, passa a assumir-se como alternativa política aos demais partidos. A situação transcrita é passível de ser justificada pelos factores por diversas vezes reiterados!
Vogal Comissão Política CDS Guimarães

CDS na Comemoração dos 128 Anos dos Bombeiros das Taipas

quarta-feira, 20 de maio de 2015


No passado domingo o Presidente do CDS de Guimarães, Orlando Coutinho e o Vice - Presidente João Vicente Salgado, estiveram na comemoração dos 128 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros das Taipas. S.Exa o Secretário de Estado da Administração Interna Dr. João Almeida engrandeceu a cerimónia com uma excelente intervenção após a inauguração do monumento ao Bombeiro na Vila Termal.

Na festa dos 128 anos dos bombeiros das Taipas, além do monumento ao bombeiro, foram benzidas novas viaturas, homenageados sócios e beneméritos da instituição e também foram condecorados elementos do Corpo Activo.

O Comandante da Corporação, Hermenegildo Abreu, propôs a criação de um Plano Municipal para Apoio ao Bombeiro Voluntário.

O Admirável Mundo Novo da Recuperação de Portugal Pelo PS

sábado, 16 de maio de 2015


Por Vânia Dias da Silva
E, ao sétimo mês, fez-se luz. Sim, foram precisos sete longos meses para o plácito do PS destapar o véu e nos conduzir por todo um admirável mundo novo da recuperação de Portugal.

Depois de, em Maio de 2014, António Costa ter anunciado a sua candidatura à liderança do PS – e, naturalmente, à condução dos destinos do país – Portugal assistiu ao estranho e, até, confrangedor, silêncio do maior partido da oposição. Não se ouviu ao PS, durante quase um ano, uma ideia, uma sugestão ou uma qualquer acção que nos dissesse ao que vinha. Ou melhor, ao que vinha sempre soubemos, como queria lá chegar é que ignorávamos.

Mas, valha a verdade, todos desconfiávamos e, está bom de ver, não nos enganámos.

O milagre operado pelo cenário macroeconómico apresentado pelo PS revela três coisas, todas distintas mas igualmente graves – não só significa, no curto prazo, o regresso dos credores internacionais, bem como mostra a absoluta incoerência, impreparação e atitude politiqueira e eleitoralista do maior partido da oposição, como, ainda, nos diz que, as suas cúpulas (sempre as mesmas, de resto), não aprenderam absolutamente nada.

Vamos por partes.

No mais, é cristalina a incoerência, a impreparação e a atitude eleitoralista deste PS. Se algumas das suas propostas não passam de uma cópia apressada do plano de estabilidade apresentado pelo actual governo, outras são contraditórias com aquilo que já disse, o que só se explica pela sede de aceder rapidamente ao poder, sem mais considerações. Na verdade, a abolição da sobretaxa, a devolução dos cortes feitos e a reposição de alguns incentivos são medidas anunciadas pela actual maioria há já quase um ano, de uma forma gradual e faseada, já que as exigências orçamentais e a necessária prudência em face da incerteza das principais variáveis macroeconómicas não permitem uma devolução mais célere. A restituição rápida prometida pelo PS não só não é possível sem que o défice e a dívida disparem, como é incongruente com o que vinha atirando desde 2012, assegurando a reposição total e imediata, quando fosse governo. Aqui não há nada de novo, a não ser nos prazos, está bom de ver. Mais eleitoralista do que isto é difícil de imaginar, de resto.

A seriedade impõe, no entanto, que olhemos também para o que diz o PS ser o facilitador da mudança. Sem aumentar o défice e a dívida e cumprindo todas as obrigações nacionais e internacionais, diz, o financiamento de todas as medidas assentará em 4 pilares (todos eles arrepiantes): a repristinação do imposto sucessório, o aumento do IRC, o fim de alguns incentivos ao investimento e o agravamento do IMI para as segundas habitações. Para além do paradigma ser absolutamente pernicioso, contraria tudo aquilo em que acreditamos mas, mais grave, não chega para financiar tudo o que se propõe o PS fazer. De facto, a soma de todas estas parcelas não cobre as demais promessas, pelo que, de novo, não se percebe como se financiará o governo PS. É, realmente, um admirável mundo novo da recuperação e da multiplicação milagrosa de recursos.

Mas mais: qualquer casa avisada e bem governada sabe que a devolução dos empréstimos se deve fazer o mais depressa possível, sobretudo quando os juros a pagar são elevados. É o que este governo fez já e fará. Ao PS, não se ouviu uma palavra sobre o assunto. Mas não se estranha, na verdade. O modelo é este – primeiro gasta-se e, por isso, nada de pagar empréstimos antigos e onerosos, depois pede-se mais emprestado a qualquer preço e, a seguir, os portugueses pagam a conta.

Um modelo que, ao cabo e ao resto, se baseia no consumo e na dinamização da procura interna, deixando relegado para segundo plano o investimento e a procura de novos mercados externos, que tanto têm contribuído para a nossa recuperação económica e que, é dos livros e da história, já nos fez ser bem maiores, fortes e coesos.

E isto já para não falar da inacreditável ausência de uma ideia sobre a sustentabilidade da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações. A confusa proposta do PS na matéria não só nada diz no que toca a uma reforma estrutural, já que é absolutamente imediatista – para não variar –, como põe em risco o pagamento de pensões a muito curto prazo. Também aqui a diferença impera, felizmente – o CDS acredita num modelo de plafonamento e não deixará de tentar envolver todas as forças políticas e da sociedade civil numa solução que permita a continuidade e a salvaguarda do sistema de pensões.

Donde, numa palavra, regressamos ao passado em toda a linha. Não aprenderam mesmo nada!


A expectativa que nos resta é que os portugueses – esses sim – tenham aprendido a lição e olhem para um seu aliado histórico – o Reino Unido – como um exemplo a seguir. Sabê-lo-emos com o início da queda da folha cá estaremos para, com confiança, esperança e responsabilidade, continuarmos a construir o caminho de Portugal.

Retirado de http://www.cds.pt/folhacds/2015/05/20150515/vania-da-silva.html

O Candidato do PS

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Por Nuno Melo
Todos os candidatos presidenciais são independentes, mas alguns são mais independentes do que os outros. Sampaio da Nóvoa é o candidato do PS. O antigo reitor pode invocar o passado e o percurso, jurar-se afastado de António Costa e até que só tem uma vaga noção de onde fica o Largo do Rato. Os sinais estão todos lá. E só não os vê quem não quer. Foi no Congresso do PS que Sampaio da Nóvoa esteve e discursou em novembro de 2014. Foi a António Costa que fez todos os elogios, de cravo na mão. Foi de socialistas que recebeu os aplausos enquanto dizia "não quero perder Portugal, nem por silêncio nem por renúncia". Foi quem esteve do lado de Mário Soares, Jorge Sampaio, Manuel Alegre e António Costa na tomada de posse de Fernando Medina como presidente da Câmara de Lisboa. E é o discurso do PS que clona, de cada vez que diz alguma coisa ao país.

O problema é que restringindo-se a uma fação, Sampaio da Nóvoa afasta-se de todos os outros, que tendo em conta a natureza do cargo que deseja, seria suposto também querer representar. Pior do que tudo, antecipa-se como um risco que Portugal não pode correr.

Na "Grande Entrevista" da RTP Informação, assumiu que se fosse presidente da República no verão de 2013 teria demitido o Governo e convocado eleições. Não se tratou de uma declaração emocional feita há dois anos, em cima de especulações possíveis, na falta de dons premonitórios sobre o que se passaria. Foi uma afirmação pensada, apesar das circunstâncias de um país que superou muitas das dificuldades, exatamente porque o Governo se manteve em funções. Desde 2013, o défice diminuiu, o desemprego desceu consistentemente, o crescimento evoluiu positivamente, as exportações dispararam, a balança comercial equilibrou-se, a confiança dos consumidores cresceu, o investimento aumentou, o turismo bate todos os recordes e a execução dos fundos comunitários, com exemplo no PRODER, atingiu valores próximos dos 100%. Portugal, é sabido, cumpriu com sucesso o ciclo de ajustamento. A troika foi embora e o Governo deixou de estar condicionado aos ditames trimestrais de funcionários do FMI, do BCE e da CE.

Mas ao candidato Sampaio da Nóvoa, isso não interessa nada. Talvez inspirado no apoio pessoal de Vasco Lourenço, assumiu que no que dependesse de si, teria optado pela crise política que determinaria um novo resgate e o prolongamento da humilhação da intervenção externa. Pena que não ponha os olhos na Grécia do Syriza de sua maior simpatia, que acaba de entrar em recessão.

Mesmo querendo dizer algumas coisas simpáticas para socialista ouvir, não havia necessidade.

Retirado de http://www.jn.pt/opiniao/default.aspx?content_id=4566689