Os Desafios do Futuro

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Por António Monteiro de Castro
Ouve-se já e bem perto o rufar dos tambores partidários anunciando para breve, quatro meses aproximadamente, as tão ansiadas eleições legislativas.

Ainda na semana passada, e numa jogada de antecipação ao Partido Socialista, a coligação PSD/CDS agora designada “Portugal à frente”, apresentou as grandes linhas de orientação do seu programa eleitoral.

O Partido Socialista, por sua vez, realizou no fim-de-semana a sua Convenção tendo como ponto principal a apresentação das linhas gerais do seu programa, com vários debates sobre as grandes áreas da governação: Saúde, Educação e Ensino Superior, Território e Emprego e Precariedade.

Para o PS, a questão central é o emprego.

O emprego é essencial para as empresas já que sem emprego não há dinheiro para o con­sumo, não havendo, consequentemente, cres­cimento da produção e das próprias empresas.

É essencial para a sus­tentabilidade da Segurança Social já que, havendo mais emprego, não só aumentam as suas como diminuem as despesas com a redução dos subsídios de desemprego.

É essencial para a demografia pela confiança que o futuro traz para os potenciais pais assim como pelo evitar da emigração forçada.

É essencial para a conquista da cidadania pois sem emprego o cidadão fica à margem da sociedade, não participando na escolha do futuro do seu país.

Como promessas surgem sobretudo a revisão do salário mínimo, a redução da taxa do IVA da restauração, a reposição dos salários e pensões da função pública e a redução da TSU dos trabalhadores.

Do lado da Coligação PSD/CDS, “Portugal à frente”, são apresentados como desafios para um futuro melhor a questão da demografia, a qua­lificação das pessoas e a competitividade das empresas e da economia.

Quanto à questão demográfica, que tem atingido o nosso país de forma progressiva e catastrófica ao longo dos últimos trinta anos, impõe-se a adopção de políticas mais amigas das famílias, seja no plano fiscal, seja no recurso a apoios incentivadores do aumento da taxa de natalidade, assim como a medidas económicas capazes de suster o fluxo migratório dos jovens.

Quanto ao segundo desafio, a qualificação das pessoas, manifesta-se fundamental, no­meadamente numa sociedade cada vez mais global e mais competitiva, impondo-se para isso o alargamento da universalidade do ensino pré-escolar, o combate ao abandono escolar, a promoção da autonomia das escolas na construção do seu projecto escolar próprio, o rigor na selecção dos docentes, o envolvimento das empresas no ensino profissionalizante e a investigação científica.

Finalmente mas não menos importante, o terceiro desafio, a competitividade das empresas e da economia, que será, a meu ver, o maior desafio que se coloca ao nosso país. De facto, empresas mais competitivas significa aumento da capacidade exportadora, possibilidade de substituir importação por produção nacional, aumento do rendimento disponível, criação de postos de trabalho, redução do endividamento externo do país.

É pois fundamental criar um ambiente favorável ao investimento, seja pela redução das burocracias, seja pela salvaguarda de uma envolvente administrativa, fiscal, judicial e laboral das empresas, compatível com as exigências de uma competitiva economia global.

Sendo estes os temas mais fortes nos projectos de programa de ambas as forças partidárias, o tema do corte dos 600 milhões de euros nas pensões, assim como a redução da TSU dos trabalhadores, têm sido aqueles que mais polémica e atenção têm merecido à comunicação social.

De forma resumida e simples poder-se-á dizer que o Partido Socialista aposta na promoção do consumo como forma de resolver os problemas do país.
Reduz a TSU dos trabalhadores pro­porcionando-lhes mais rendimento logo pos­sibi­lidade mais de consumo. Revê o salário mínimo au­mentado o dinheiro disponível. Reduz a taxa do IVA da restauração convidando ao consumo. Repõe os salários e pensões da função pública logo, mais consumo.

Trata-se de um cenário já bem nosso conhecido que tão maus resultados deu no passado, seja ao nível do endividamento do estado, seja ao nível do endividamento do país ao exterior, por força do grande volume de importações.

Depois de um percurso de ajustamento orçamental bem sucedido, fundamental para a conquista da confiança dos mercados e da credibilidade internacional, sem os quais a economia não tem condições para funcionar, conseguido à custa de muita coragem e de muitos sofrimentos dos portugueses, o caminho terá de continuar a ser, necessariamente, o de aproximar o volume de exportações de 40 % do PIB tal como recomendam os estudos da especialidade. De resto, e numa imagem muito simples, as nossas condições económicas de elevada dívida ao exterior não nos permitem consumir o que produzimos. Temos necessidade de vender ao exterior uma importante parte da nossa produção para assim poder pagar a dívida contraída ao longo de décadas. Não há outro caminho para se poder preparar um futuro sadio e sustentado.


Oxalá que os portugueses, calma e lucidamente saibam ler as diferentes propostas eleitorais e não se deixem encantar por cantos de sereia enganadores.
Retirado de http://www.guimaraesdigital.com/edicoes/6835

Correr No Caminho Errado ou Coxear No Caminho Certo

terça-feira, 2 de junho de 2015

Por Hélder Amaral
Vivemos tempos que exigem de todos bom senso, coragem e responsabilidade. Em democracia há a obrigação de prestar contas, mas também a de assumir responsabilidades - ou seja, quem governou devia saber em que condições deixou as contas públicas, quem governa sabia em que condições aceitou governar, e quem votou deve assumir a escolha. É também verdade que a maior responsabilidade, mas não a única, é de quem governa. É sobre eles que depositamos muitas das nossas esperanças, mas não só. Alguns dos críticos do atual governo parecem não ter percebido ainda a natureza excecional da sua missão, e a novidade absoluta dos seus desafios. Se há momento em que não é demais sublinhá-lo é agora: a soberania do povo português foi traída pelos erros e excessos de um modelo errado de desenvolvimento que, para surpresa de muitos, reaparece agora pela mão dos mesmos. O Partido Socialista não retirou nenhum ensinamento do passado, e quando não se aprende com os erros o mais provável é repeti-los. A ação governativa não pode ser mais aquele exercício irresponsável de quem promete tudo a todos, de quem refugia a sua consciência na desculpa de que nenhum custo é excessivo, porque existirão sempre outras gerações no futuro capazes de suportar a prodigalidade do presente. Não: essa é a estrada que nos levou ao limiar da bancarrota.

O caminho feito por este governo foi de grande sacrífico para todos, e os resultados alcançados são mérito da responsabilidade de muitos portugueses. Ao contrário do que foi defendido por alguns, o governo não ficou à beira da estrada à espera que alguém o viesse salvar: fez-se ao caminho. Depois da proposta do PS “uma década para Portugal”, ou “Plano de Reformas do Governo”, a escolha parece simples: ou queremos coxear no caminho certo, ou correr no caminho errado.

O PS quer mais investimento público, tal como quis em 2008/9, em que usou e abusou das PPP’s a tal ponto que o país entrou no TOP-5 mundial no que se refere à sua infraestrutura rodoviária. Portugal é o segundo país da União Europeia que mais encargos assume no âmbito de parcerias público-privadas (PPP). Em 2013, esse valor representava o equivalente a 5,12% da riqueza nacional medida pelo produto interno bruto (PIB), o que supera a fatia de 4,3% do PIB que o Estado português tem destinado ao pagamento dos juros pelo total da dívida pública contraída. Apenas a Grécia apresenta um peso superior (6,58% do seu PIB) em encargos com PPP, figurando Chipre – outro país do euro ainda sob resgate – em terceiro lugar, com 4,85%. Nos lugares seguintes, mas já a longa distância, surgem Irlanda (2,82%), Hungria (2,18%) e Eslováquia (1,44%). Estes dados foram divulgados em Fevereiro pelo Eurostat. É a primeira vez que o departamento de estatística da União Europeia apresenta dados comparáveis sobre esta parcela das chamadas PPP.

Isto comprova que as prioridades dos anteriores decisores políticos estavam completamente invertidas, e que resultaram num país que só desperdiçou recursos públicos em obras que acabaram por não gerar riqueza. É que o anterior governo socialista, por opção, governou para as eleições. O atual governo tem que inverter esta situação, renegociando os contratos existentes, que resultaram já numa poupança efetiva de 2.070.613M nos acordos com a Ascendi e Interior Norte.

É à ilusão da facilidade que devemos a situação em que vivemos, e é desse caminho que nos devemos afastar. A ação governativa deve ser hoje um exercício de rigor e prudência, claro nos objetivos, transparente na comunicação das dificuldades, inflexível no cumprimento das reformas necessárias, e despreocupado da popularidade momentânea. Um país que não é rico em recursos naturais precisa de investimento, inovação ou criatividade para crescer - ou seja, transpiração e inspiração. Por isso não se percebe como o PS renuncia ao acordo para a reforma do IRC, fundamental para o crescimento económico e criação de emprego, focando mais os sectores transacionáveis e menos no consumo interno. As soluções devem ser viradas para reter e atrair investimento, para a internacionalização e consolidação do tecido empresarial. A fiscalidade é uma “arma” que deve ser usada na guerra do crescimento.

 Num tempo de extraordinária volatilidade, o arrojo da mudança depende da capacidade de fazer sacrifícios, de definir um rumo, e da capacidade de manter consensos com os parceiros sociais. Foi o que aconteceu até aqui, e é nesse trilho que nos devemos manter. Não surpreende por isso que na proposta de Programa de estabilidade do Governo o realismo vença o eleitoralismo: o alívio dos sacrifícios é feito de forma gradual ao longo de quatro anos, apesar de constarem previsões de crescimentos mais otimistas que as da Comissão Europeia, mas menos que as do PS – que, suportado pela velha escola que acredita que estimulando o consumo se vai conseguir mais crescimento económico, nisso apostam quase em exclusivo, aumentar os subsídios, fazendo desaparecer mais cedo os cortes salariais e a sobretaxa do IRS. São as mesmas propostas de 2009 de José Sócrates: reduziu o Iva, aumentou os funcionários públicos e lançou sete PPP’s que começam a ser pagas em 2014. O resultado já todos sabemos.

O PS não mudou, mas devia pelo menos considerar que os consumidores portugueses aprenderam alguma coisa com a crise e podem reagir de forma menos previsível. Eu tenha as maiores dúvidas, e é por isso que prefiro coxear no caminho certo do que correr no caminho do PS, que já provou ser errado. Hoje, mais do que nunca, Portugal precisa do apoio de todos nós. Enfrentamos uma tempestade, mas, como todas as tormentas, terá graus de violência diversos, afeta de forma diversa a população, provoca angústia, às vezes pânico, mas têm uma característica comum: acabam todas por passar. As consequências dependem, muitas vezes, mais da forma como estamos ou não preparados para a tempestade, do que da violência desta. O que nos é exigido a todos é que nos concentremos a preparar o país para ultrapassar este momento de dificuldade, e os que possam surgir no futuro.
Retirado de http://www.cds.pt/folhacds/2015/05/20150515/hélder-amaral.html

Momentos de Cidadania e de Geografia...

sexta-feira, 29 de maio de 2015



Não sabemos o que dizer deste tesourinho...se devemos ficar alarmados por na Programação do Centro Cultural Vila Flor só determinadas companhias conseguem realizar e ter espectáculos, ou as aptidões geográficas do presidente da Câmara, Domingos Bragança...

Está bem que foi com os socialistas que Vizela foi concelho...e que Magalhães, o patrono do Domingos, apesar de demagogicamente ter afirmado pretender rasgar o cartão de militante, permaneceu no posto qual lapa... Mas, que diabo...criar um concelho de um momento para o outro, não lembra ao mais empedernido militante... mesmo com tiques de "Soleil c'est moi" fruto de trinta anos de poder!

Mas, lá está…absolutismo é a palavra chave e coincidente nesta situação… absolutismo nas escolhas, absolutismo no discurso…

Curtas... A Greve no Metro

quinta-feira, 28 de maio de 2015



Com uma média de ordenados fixada nos 2500€, com cerca de 22h30 a 36h de trabalho semanal, reforma aos 55 anos, acesso ao ensino privado para os filhos, cantinas luxuosas, transporte em autocarro privado entre o Campo Grande e o Marquês, passes grátis para a família e ainda outros conjuntos de mordomias que desconheço, faço uma pergunta para jackpot!

Qual a razão para os "trabalhadores" do metro de Lisboa fazerem greve?

(a sexta desde que começou o ano)

Retirado do Facebook de João Moça

Portugal foi, é e será sempre capaz

terça-feira, 26 de maio de 2015

Por Alfredo Sousa
Passado um ano após a saída da Troika torna-se necessário, fundamental até, fazer um balanço daquilo que foi este período. Um período de grandes dificuldades mas, acima de tudo, um período de superação de obstáculos. Obstáculos esses que vieram de fora mas, também e principalmente, de dentro. Passado um ano, já não se fala em recessão mas em crescimento, não aumenta o desemprego mas sim o emprego, já não se fala em desconfiança dos mercados mas ao invés aumenta a confiança dos mercados, consumidores e investidores. 
Isto são acontecimentos normais hoje. Mas convém não esquecer que eram considerados inatingíveis e impossíveis por alguns há um ano atrás. Houve os que sempre acreditaram que era possível reverter a situação e houve aqueles que sempre acreditaram que poderiam beneficiar com o piorar da situação. E, por isso, sempre dificultaram e criaram obstáculos. Sempre dramatizaram, sempre criticaram, nunca ajudaram e nunca se culparam. Sim, esses são os militantes do PS de António Costa, os mesmos de Sócrates e de Mário Soares. 
Houve quem pensasse de maneira diferente deles no próprio partido, de seu nome, António José Seguro. Por isso, Seguro sempre foi comedido na oposição, compreensivo com o Governo e as dificuldades que o país atravessava mas, sobretudo, consciente da culpa que o PS tinha tido no estado a que o país chegou.  Mas, isso, era uma vergonha que o PS não poderia passar. Admitir que erraram não faz parte de quem só quer ganhar eleições. Foi hora de correr com Seguro mal surgiu a oportunidade de se chegar ao poder. 
António Costa não trouxe nada de novo, pelo contrário, trouxe tudo de velho. A começar pela bancada parlamentar e a acabar nas velhas propostas de dar tudo a toda a gente. Os socráticos estão todos lá na frente e as promessas bem ao estilo desse grande socialista estão bem no seio do discurso de Costa. O jornal The Telegraph já iguala o seu discurso ao do Syriza. Esperemos que os portugueses não igualem o resultado das eleições ao dos gregos para que não igualemos a nossa situação económica/financeira à deles.
O que é certo, é que sempre houve uma parte deste país, a chamada maioria silenciosa, que não protesta, não grita, mas trabalha, esforça-se e leva este país para a frente. É necessário que esta maioria se “revolte” contra este oportunismo de quem quer governar depois do mais difícil já estar feito. Se “revolte” e vote nesta maioria que contra quase todos os sectores políticos, judiciais e mediáticos tem levado este país para a frente. Essa maioria não pode ficar em casa nas próximas eleições. Ao fazê-lo vai beneficiar o infrator e premiar o oportunismo. Saiam de casa, por Portugal!
Presidente da Distrital JP Braga

Politicamente (In)Correcto

segunda-feira, 25 de maio de 2015


O Maná de Marinho e Pinto...

Nova Geração de Políticos

domingo, 24 de maio de 2015

Por Cristiana de Castro
Acreditar que estamos perante uma fase de mudança é inequivocamente crer que no seio da nossa sociedade existe uma nova geração de políticos com carisma, determinação e acima de tudo competência. Estes mesmos políticos são pessoas sem vícios, sem o desejo incontrolável de alcançar o poder sem o mérito que lhe é devido. Os portugueses estão cansados da classe política, a descrença nos nossos governantes é generalizada, são invariavelmente apelidados de corruptos, incompetentes e “ladrões”, pois usam o dinheiro público para seu benefício pessoal… caríssimos isso é crime! 
Acredito sinceramente que a nossa sociedade caminha para a responsabilização de alguns governantes, que tem como mote, a péssima gestão levada a cabo no nosso país no período que antecede o resgate ocorrido em 2011. Na contemporaneidade, temos efectivamente um ex-primeiro ministro preso, todavia não se iludam as acusações que lhe são imputadas nada tem a ver com a sua gestão danosa durante o período que esteve a governar o nosso país. O actual governo herdou um país no linear da “bancarrota” e para alguns portugueses (muitos infelizmente), estes são o rosto da austeridade, mas pensem o que pode fazer um governo intervencionado e sem soberania financeira?! Pode simplesmente fazer o que ficou estabelecido no memorando que o PS e PSD assinaram com a Troika. Obstando a este facto, não vamos tirar jamais o mérito devido ao governo em funções, pois lutou contra todas as adversidades e Portugal é hoje um país bem mais “saudável”, os números não mentem, pensem… 
A jornada para credibilização da nova geração de políticos é longa e inusitada, porém exequível. A nível local na Comissão concelhia do CDS-PP deparamo-nos com rostos que plasmam tudo aquilo que os Portugueses anseiam ver nos cargos políticos, falo-vos de determinação, carisma e competência… mostrando-se disponíveis para mudar o panorama político actual de Guimarães. 
É impreterível que os Vimaranenses conheçam estas figuras que reflectem a mudança, alheando-se de jogos de interesses e “tachos”, prosseguindo o desiderato de alcançar o bem comum… É na prossecução do ensejo transcrito, que se debatem diariamente sem que o mérito pela sua luta lhes seja apropriado. 
Dado ao volume de nomes que se encaixam no que anteriormente mencionei, não me é possível referenciar cada um, no entanto tenho de destacar os seguintes: Orlando Coutinho – Presidente da Comissão Politica Concelhia, como sendo um homem extremamente dedicado, disponível para apoiar todas as causas relacionadas com os seus conterrâneos. Destaco ainda Alfredo Sousa – Presidente Distrital JP Braga pela sua capacidade de envolvência e idoneidade. Refiro concomitantemente, Ângela Oliveira – Deputada Municipal, que luta incessantemente pelos direitos dos munícipes reiterados
Não posso de todo descurar o trabalho de anos desenvolvido pelo nosso Caríssimo Rui Barreira, que se esforçou afincadamente para que o CDS-PP se constituísse enquanto força política no Município por diversas vezes referido
 As palavras que escrevo não deixam transparecer o quanto admiro todos os elementos que constituem a Comissão Política Concelhia do CDS-PP Guimarães, os adjectivos utilizados não fazem de todo jus ao seu caracter e capacidade de despreendimento…
Em jeito de conclusão, a nível nacional destaco Assunção Cristas como sendo a “Dama de Ferro” do CDS-PP e poderá ser um dia, na minha humilde opinião, a justa sucessora do nosso presidente, Paulo Portas. Não esquecendo outrossim o trabalho inspirador do nosso caríssimo Eurodeputado Nuno Melo. 
O CDS-PP contribui paulatinamente para o reconhecimento da integridade da nova geração de políticos e nesse sentido para a credibilização dos mesmos. Assumindo-se como um partido sólido, peremptório na sua luta contra a corrupção instalada no nosso país nas últimas décadas, passa a assumir-se como alternativa política aos demais partidos. A situação transcrita é passível de ser justificada pelos factores por diversas vezes reiterados!
Vogal Comissão Política CDS Guimarães

CDS na Comemoração dos 128 Anos dos Bombeiros das Taipas

quarta-feira, 20 de maio de 2015


No passado domingo o Presidente do CDS de Guimarães, Orlando Coutinho e o Vice - Presidente João Vicente Salgado, estiveram na comemoração dos 128 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros das Taipas. S.Exa o Secretário de Estado da Administração Interna Dr. João Almeida engrandeceu a cerimónia com uma excelente intervenção após a inauguração do monumento ao Bombeiro na Vila Termal.

Na festa dos 128 anos dos bombeiros das Taipas, além do monumento ao bombeiro, foram benzidas novas viaturas, homenageados sócios e beneméritos da instituição e também foram condecorados elementos do Corpo Activo.

O Comandante da Corporação, Hermenegildo Abreu, propôs a criação de um Plano Municipal para Apoio ao Bombeiro Voluntário.