As Razões para Votar André Coelho Lima...

segunda-feira, 25 de setembro de 2017


Estão de volta as eleições autárquicas... e eu, que sempre na minha página, tive voz activa sobre o que se passa na minha cidade, não poderia deixar de dar a minha opinião.
Certamente, até poderia ser mais cedo, mas a verdade é quem me conhece saberia para onde as minhas certezas recairiam... Porém, acho que depois dos debates (um no Porto Canal e os outros dois em cada um das Rádios Locais) não poderia haver margem para dúvidas.
E essa certeza passa por dizer que André Coelho Lima é o melhor candidato para Guimarães e tal reflectiu-se, não só nestes três momentos em que a goleada foi avassaladora, mas durante os anos de preparação para este desígnio...
Sim, ao contrário de outros que o poder caiu nas mãos (quase por sucessão) o André preparou-se... foi a todas as freguesias conhecer os problemas delas... ouvir as pessoas, as instituições, os movimentos e fez isso não em período eleitoral, mas porque queria saber o que a cidade, a sua cidade (que não é só o Toural) precisa.
Além disso, e mesmo em momentos anteriores, sempre foi possível vê-lo nos actos do concelho... nos jogos do Vitória sofrendo por devoção e não por obrigação na sua bancada de sempre (aliás, ele até me poderá corrigir mas julgo que nos conhecemos pessoalmente num jantar de homenagem ao falecido guardião vitoriano Jesus), nas suas Nicolinas onde sempre foi presença activa e até em romarias do concelho, sempre com a certeza que para ele todo o momento em Guimarães é uma manifestação de profundo bairrismo e de partilha com os seus...
Mas, além disso, saúde-se a ideia de ruptura... ao invés do seguidismo, da capacidade de debitar frases feitas, de a única ideia apresentada é que " Guimarães tem praças lindas e eu gosto muito de Guimarães", louve-se a ousadia, a vontade de progredir, de afrontar, de apresentar projectos que fiquem, que marquem indelevelmente Guimarães... e, honestamente, gosto disso! Gosto de políticos que não tenham medo de arriscar, de sonhar, de propor medidas que deixem a sua marca... o seguidismo, o medo em ir em frente são dignas de uma mera comissão administrativa em gestão e não de uma Câmara que pretende fazer com que a sua cidade progrida.
E todos estas noções, levam ao início do que escrevi... André Coelho Lima ganhou os debates de goleada! Fruto dessa ousadia e frescura e da sua preparação, apresentou as suas ideias... apontou com facilidade todas as debilidade da governação socialista, colocando-as a nu... e a frases feitas e decoradas - como é possível um presidente de uma autarquia como a de Guimarães, repetir todas as frases em três debates e só ser capaz de dizer que gosta muito da cidade? - apresentou projectos, ideias, mas acima de tudo fez-nos acreditar que Guimarães no século XXI poderá partilhar modernidade com história, irreverência e respeito pelas nossas raízes que tanto gostamos...
Que dia 01 seja o dia da mudança...!!!

Vasco André Rodrigues

Cotinuamos Atentos!

quinta-feira, 13 de julho de 2017



No Rumar À Direita continuamos atentos à realidade que vai circundando Guimarães...

E só vamos perscrutando a realidade... e partilhando com os nossos leitores!!

Eis mais uma facto que deixamos à consideração, sendo certo que continuaremos atentos...

Continuar o quê???? Têm a Certeza?

terça-feira, 11 de julho de 2017





O artigo que vamos transcrever, bem podia ter sido escrito por alguém ligado ao Rumar À Direita...

Com efeito, a tentativa de arranjar o slogan dito orelhudo, ou como agora é mais erudito dito, do "soundbyte"  por parte do Partido Socialista vimaranense, levou a algumas cómicas situações, que demonstram a falta de rumo do mesmo...

O texto foi retirado do site www.medium. com, escrito por Hélder Pinto,  e merece ser partilhado, reservando para os leitores as conclusões que tiverem por convenientes...



"A campanha eleitoral continua (mal)
Os cartazes de campanha eleitoral, apesar de muitas vezes ingénuos ou esteticamente questionáveis, sempre foram vistos pelos partidos e pela massa votante como um mal necessário. É aquela máxima do “tem de ser”. Mesmo que o cartaz seja mau e não conquiste votos, pior é não haver cartaz!
Aqui por Guimarães, os partidos não fogem à máxima. Os cartazes das autárquicas são fraquinhos, seguem uma toada minimalista — para quê inventar? — , e ninguém se rala muito. A concelhia do Partido Socialista (PS) adotou inclusivamente uma abordagem binária ao slogan dos cartazes: as freguesias que são atualmente do PS levam com o slogan “Continuar <nome da freguesia>”; as que são da oposição ficam com um ainda mais curto “<nome da freguesia> merece”. Isto só pode ter saído da mente de algum guru em psicologia social e comunicação para as massas. Fórmulas simples que captam a atenção e ficam na mente. Muito bom!
Só é pena não terem testado o algoritmo com os nomes de todas as freguesias. Vejamos três bons exemplos.
Calvos
O candidato, com cabeleira invejável para a idade, tem o desplante de retirar quaisquer esperanças aos seus conterrâneos menos cabeludos. Com ele, não haverá tratamento capilar que rejuvenesça as carecas dos calvenses. Quem é calvo continuará calvo! Maldição válida pelo menos por 4 anos!
Leitões
Aqui o candidato também decidiu amaldiçoar o seu povo. Todos aqueles que foram transformados pela Rainha Má em lindos porquinhos cor de rosa irão continuar nesse infeliz estado. Outra leitura possível: para não dizer que vão continuar porcos por mais 4 anos, decidiu suavizar a mensagem para um termo mais fofinho.
Pinheiro
Neste cartaz, o tom é mais verde. O candidato promete que não irá vender-se aos euros do eucalipto ou ao romantismo do carvalho. Irá continuar a ser o que sempre foi: um forte e saudável pinheiro! Esperemos que não produza demasiadas pinhas e que a sua casca seja pouco pegajosa!

Ainda a EcoIbéria....E a Câmara!

quinta-feira, 6 de julho de 2017


Para Pensar...

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Uma Cilada... (Com Vídeo)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Deixamos a comunicação que Rui Barreira fez no passado Sábado, em relação à sua demissão da Segurança Social.
Importará dizer que Rui Barreira tem as qualidades necessárias para exercer a res publica... um homem determinado, lutador e com princípios.
Princípios esses muito pouco condizentes com estas jogadas súcias e próprias de uma "geringonça" que sempre fez tudo para tudo controlar...
Mas, homens como ele cá estarão sempre para lutar...para fazer valer o que acredita...e nós prontos para o receber!

A Toque de Caixa...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016


O tema deste artigo centra-se nas ancestrais Festas Vimaranenses: as Nicolinas.

E para dizer ao que venho, serei direto: a esquerda local é contra a elevação das Festas Nicolinas a Património Imaterial da Humanidade. Só isso explica que – pasme-se – tenham inscrito primeiramente no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial a tradição das Passarinhas e dos Sardões das Festas de Santa Luzia, sem que houvesse especial demanda pública para o efeito, antes mesmo das Nicolinas.

Só isso explica que a autarquia precisasse de 11 longos anos para ser consequente desde a primeira iniciativa política em sede de Assembleia Municipal apresentada à época pelo líder parlamentar do PSD – André Coelho Lima – e que, quem lá esteve recordar-se-á, não mereceu unanimidade, já que o Bloco de Esquerda não votou favoravelmente esta pretensão.

Só isso explica que, um dia após o Líder da Coligação Juntos por Guimarães pedir explicações de como estava o processo, o PS tenha apressadamente corrigido a mão dizendo que <<agora é que é, agora é que vamos tratar disso>>.

Depois espantam-se que o Jornal Expresso confunda Nicolinos com “campinos de Natal”? Com tamanha displicência do poder socialista bem podemos atirar à ignorância jornalística, mas há falha grave política quanto à divulgação desta efeméride. E a falta de reação política imediata e enérgica ao mais alto nível é, também ela, um sintoma desta convicção.

Aliás, nas mentes mais apuradas, já todos tínhamos percebido esta animosidade à esquerda com a multisecular tradição etnográfica dos estudantes vimaranenses; mas, muito recentemente – nas redes sociais e blogosfera – enervados com a tentativa de disfarce, deste mau estar, que Domingos Bragança empreendeu, ao colocar em catálogo o que já deveria estar há muito, doutos intelectuais de esquerda, não contiveram as suas glândulas sudoríparas e transpiraram de forma veemente o seu protesto. Só porque, veja-se o pretexto, o Vereador do CDS, Eng.º Monteiro de Castro, não viu energia, não viu vontade, não viu atitude, nos responsáveis municipais para este empreendimento. E também porque, “ousou” questionar o académico, de respeito é certo, que levou a efeito o primeiro estudo sobre a matéria, acerca dos motivos pelos quais só se apontavam fragilidades sem conceder soluções e porque se omitia de forma evidente as potencialidades desta candidatura.

O argumento, que os meus muito estimáveis (e corajosos porque há mais, mas escondidos) Esser Jorge e Casimiro Silva usaram, foi – trocado por miúdos – “como pode um Engenheiro Civil questionar tamanho Antropólogo?”

Pois bem meus caros, a dimensão política em que se coloca a questão em apreço, não só pode - como deve ser dissecada nos fóruns próprios para o efeito. E foi-o. Por um Vereador, independentemente da sua formação de base. Ao negarem esta possibilidade estão a incorrer na velha arrogância tipicamente “sinistra” que contra factos não há argumentos. Ora é exatamente contra os factos que se argumenta, de contrário seria o fim da política enquanto tal. O pensamento único e inargumentável é o fim da democracia, do pluralismo, do multipartidarismo. E não tenho em vós desses precursores.
E quanto aos argumentos por ele expendidos o que dizem V.Exas? <<Bola>> para citar um eminente treinador na dita.

Somente não se pode meter a “foice em seara alheia”. O que para mal dos V. pecados não é assim. O Advogado André Coelho Lima, questionou e bem (em sede própria, na Câmara) a obra do brilhantíssimo Arquiteto Siza Vieira (Parque da Mumadona) porque não tinha acessibilidade para deficientes motores. Que fez o PS? Votou contra a proposta de melhoramento desta acessibilidade. O mesmo “modus operandi”, portanto.

Voltando “à vaca fria” para usar da “diplomacia” em voga, V. Exas ficam-se então pela única premissa: aos Engenheiros o betão, aos Antropólogos a etnologia! Que seria da ciência se nos guiássemos por aqui?! Franz Boas, por exemplo, jamais poderia dar o seu inestimável contributo à “inquestionável” ciência antropológica, já que provinha da Física. E se o Sir Francis Galton, um Antropólogo e lente eminentíssimo à época, não fosse (e foi-o tragicamente tarde para vergonha da humanidade pelas consequências que daí advieram) nunca jamais questionado? Seriamos todos filhos de Gobineau, Chamberlin, Lapouge ou Woltmann?!…

Se nunca se questionasse o método, os sucedâneos de James Frazer continuavam a dizer como ele << Estar com as tribos sobre quem disserto? Deus me livre!>> Ainda bem que tivemos depois Malinowski ou Margaret Mead; e que útil seria esta última se, por aqui tivesse passado, já que as Nicolinas carregam uma marca clara de ritual de passagem à idade adulta com traços de fertilidade. Será exatamente por isto que a esquerda local não simpatiza com as Nicolinas? Por ser uma tradição atávica, viril e identitária? Marcas de que tentam sempre afastar-se na busca de um igualitarismo artificialmente construído, ao jeito do materialismo dialético?

No fundo, meus caros, o que o Eng.º Monteiro de Castro clamou foi que, o estudo vindo do respeitabilíssimo e notabilíssimo Jean-Yves Durand, segue a escola de Evans – Pritchard, ou seja, é mais descritivo do que explicativo o que impede – de modo científico, que se corrijam as falhas, se evidenciem as potencialidades e se avance para bom logro do processo. E é nisso que nos devemos concentrar.    

Arregacem lá as mangas meus senhores e mãos à obra neste desiderato que não é nosso nem vosso – a exemplo da Capital Verde, embora nesta estejam a começar a casa pelo telhado - mas é de todos os vimaranenses. Engulam o sapo e façam o vosso dever, de contrário, serão corridos ao jeito Nicolino e do título desta crónica: a toque de caixa! E bem podem espernear que é assim mesmo como vos digo.
Se inverterem o caminho e se ligarem à corrente, serei eu o primeiro a convocar a “Potlatch”.


Bem Vistas as Coisas, a esquerda local é contra a elevação das Festas Nicolinas a Património Imaterial da Humanidade. Ou invertem o caminho, ou serão corridos a toque de caixa!

Artigo de Orlando Coutinho, Presidente da Comissão Política CDS Guimarães, no seu Blog "Bem Vistas As Coisas"   

A Máquina do Tempo...

sexta-feira, 18 de novembro de 2016


A obra literária de Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra, poderá servir de ponto de partida para algumas reflexões sobre a política autárquica vimaranense.

Com efeito, apesar da trama relatar a viagem de Lisboa até ao Ribatejo servindo essa para contar a história do amor de Joaninha e Carlos, a verdade é que o leit motiv essencial da obra centra-se no confronto óbvio, na altura, entre o Portugal envelhecido e corroído pelo absolutismo e pelo desempoeirado Portugal, que se pretendia renovador e liberal.

Todavia, por muito, que nos possamos surpreender, na actualidade esse desafio de forças opostas ainda existe em muitos locais, onde o poder instalado foi-se cristalizando e sobrevivendo, ganhando laivos de absolutismo.

Em Guimarães, que é o que nos interessa, a verdade é que trinta anos de poder nas mesmas mãos levou a que tal ocorresse. Fruto de um poder desmesurado na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal e nas freguesias, facilmente as ideias gizadas eram postas em prática e, pasme-se, as boas ideias apresentadas pela oposição eram facilmente rejeitadas, por não terem o selo da paternidade pretendida!

Porém, fruto das limitações de mandatos, teve de ocorrer a necessária mudança de poderes, ainda que o ideal de governação se procurasse manter imutável. Contudo, tal imutabilidade sofreu um sério rombo, já que, hodiernamente, a organização dos principais partidos da oposição (PSD e CDS) na Coligação Juntos por Guimarães, à qual também se juntaram o PPM e o MPT, levou ao descontrolo de quem manda.

Tal descontrolo tem sido visível na falta de rumo de governação e num combate dialético entre quem vai bolinando à vista e quem tem um projecto definido para Guimarães, quem vai a todas as freguesias, quem conhece os elementos de todas as associações, quem com eles fala.

Fruto desse combate, o descontrolo é visível e tem feito quem manda viajar numa máquina do tempo. Viagem essa que tem como objectivo apostar nas boas ideias que anteriormente a oposição apresentou, mas que por terem tido essa paternidade foram rejeitadas.

Falamos do metro de suprerfície, agora apresentado com um nome mais chic de tramway. Pega-se numa ideia de 2004, de Rui Vitor Costa, dá-se um polimento, coloca-se um laçarote para parecer uma ideia nova et voilá... propõe-se algo que anteriormente o mesmo partido houvera recusado.

Falamos da Loja do Cidadão que Guimarães vai passar a ter e que se saúda. Porém, é importante recordar que os Vereadores da coligação Juntos por Guimarães já haviam reivindicado essa medida para o nosso concelho, em Abril e Maio de 2015, no âmbito do Programa “Aproximar” implementado pelo anterior governo PSD/ CDS, seguindo uma estratégia que visava a reorganização dos serviços de atendimento da Administração Pública com o objectivo de aproximar o Estado dos Cidadãos.

Importará, no tocante a esta situação relembrar que em reunião de Câmara realizada no dia 30 de Abril de 2015, o vereador André Coelho Lima questionou o Presidente da Câmara quanto ao trabalho que Guimarães está fazer para ser uma das contempladas com a instalação de Lojas do Cidadão na segunda fase, após a aprovação do Programa “Aproximar” com a inauguração de 36 novas Lojas do Cidadão no País.

Na altura André Coelho Lima felicitou o Governo por avançar com a iniciativa de instalar Lojas do Cidadão em todos os concelhos do País e não apenas em alguns como até aqui sucedia, tendo revelado que “se já era estranho que Guimarães, uma cidade da nossa dimensão e importância, não tenha sido contemplada com uma Loja do Cidadão, achamos que devemos agora estar na linha da frente para que a nossa cidade seja das primeiras a receber as Lojas do Cidadão cuja instalação será decidida em breve”.

Ou seja, tal medida apresentada é novamente de paternidade que desagrada a quem manda e que a todo o custo procura fazer da ideia sua.

Por seu turno, Ricardo Araújo, em 16 de Julho de 2015, questionou a Câmara sobre quais as diligências que estavam a ser tomadas no sentido de Guimarães ter uma Loja do Cidadão a curto prazo. Na resposta, o Presidente da Câmara defendeu que "a criação da Loja do Cidadão no actual modelo destina-se a acabar paulatinamente com os serviços de proximidade até agora assegurados pelas Repartições de Finanças e pela Segurança Social".

Então, o que mudou?

Apesar de, como se referiu, saudar-se a medida, a verdade é que as viagens ao passado, na nossa terra, do Partido Socialista só demonstram uma governação sem ideias, nem rumo próprio...um relembrar do bom trabalho, de quem fora da governação, tudo faz para que Guimarães cresça e se desenvolva...

Quanto às próximas ideias da Governação, o leitor ouse também entrar na máquina para prever o que vai suceder...

Artigo de Vasco Rodrigues - Comissão Política CDS Guimarães